AREsp 2625938 - ACORDAO
Como os embargos à execução foram julgados totalmente procedentes, excluindo a embargante do polo passivo, houve a desconstituição das penhoras sobre ambos os imóveis; por isso é correto considerar o valor de avaliação desses bens como proveito econômico para fins de fixação dos honorários, não sendo possível reexaminar fatos e provas em razão da Súmula 7/STJ, devendo-se negar provimento ao recurso.
- Parties
- Recorrente: Estado de Alagoas; Agravada: Gilma Farias Alécio
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 October 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (segunda Turma)
- Outcome
- Negar provimento ao agravo interno.
- Legal Topics
- Embargos À Execução, Execução Fiscal, Honorários De Sucumbência, Proveito Econômico, Súmula 7/stj, Exclusão Do Polo Passivo
Case Brief
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Parties
Estado de Alagoas
Recorrente
Gilma Farias Alécio
Agravada
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (segunda Turma)
Legal Issues
- 1 Se a exclusão da parte do polo passivo implica a desconstituição das penhoras sobre bens desta
- 2 Se o valor de avaliação dos bens penhorados deve ser considerado como proveito econômico para fins de cálculo dos honorários de sucumbência
- 3 Aplicabilidade da Súmula 7/STJ como óbice ao revolvimento de fatos e provas
Ratio Decidendi
Como os embargos à execução foram julgados totalmente procedentes, excluindo a embargante do polo passivo, houve a desconstituição das penhoras sobre ambos os imóveis; por isso é correto considerar o valor de avaliação desses bens como proveito econômico para fins de fixação dos honorários, não sendo possível reexaminar fatos e provas em razão da Súmula 7/STJ, devendo-se negar provimento ao recurso.
Court Disposition
Negar provimento ao agravo interno.
Orders
- Negar provimento ao agravo interno.
Full Case Text
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