AREsp 2547005 - ACORDAO
O agravo interno foi improvido porque o Tribunal de origem enfrentou e fundamentou as questões essenciais à solução da controvérsia, não havendo violação aos arts. 1.022 ou 489 do CPC; a alteração da conclusão exigiria reexame fático-probatório, obstado pela Súmula 7 do STJ; parte das teses não foi prequestionada, inviabilizando seu conhecimento (Súmula 211); e o acórdão recorrido está em consonância com a jurisprudência desta Corte (Súmula 83).
- Parties
- Apelante: Empresa apelante; Beneficiária: Beatriz Rodrigues da Silva; Autoridade Administrativa: Procon de Rio Verde/GO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 August 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Julgado (decisão Colegiada Pela Segunda Turma)
- Legal Topics
- Embargos À Execução, Multa Administrativa (procon), Plano De Saúde, Prequestionamento, Reexame Fático Probatório, Súmulas Do STJ
Case Brief
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Parties
Empresa apelante
Apelante
Beatriz Rodrigues da Silva
Beneficiária
Procon de Rio Verde/GO
Autoridade Administrativa
Procedural Posture
Agravo Interno / Julgado (decisão Colegiada Pela Segunda Turma)
Legal Issues
- 1 Alegada violação aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015
- 2 Incidência da Súmula 7 do STJ sobre reexame de provas
- 3 Prequestionamento e inadmissibilidade por ausência de apreciação no Tribunal a quo (Súmula 211)
Ratio Decidendi
O agravo interno foi improvido porque o Tribunal de origem enfrentou e fundamentou as questões essenciais à solução da controvérsia, não havendo violação aos arts. 1.022 ou 489 do CPC; a alteração da conclusão exigiria reexame fático-probatório, obstado pela Súmula 7 do STJ; parte das teses não foi prequestionada, inviabilizando seu conhecimento (Súmula 211); e o acórdão recorrido está em consonância com a jurisprudência desta Corte (Súmula 83).
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