AREsp 2716572 - ACORDAO

AREsp 2716572 - ACORDAO

O agravo interno não foi conhecido porque os agravantes não impugnaram especificamente o fundamento único da decisão monocrática (ofensa ao princípio da dialeticidade), impondo-se a aplicação do art. 1.021, §1º, do CPC/15 e da Súmula 182/STJ; a multa do §4º do art. 1.021 não foi aplicada por ausência de intuito protelatório.

Parties
Agravante: INARA ROSCHILDT PINTO; Agravante: OUTRO; Agravado: Presidência do Superior Tribunal de Justiça
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
07 November 2024
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento Pelo STJ (julgamento Da Quarta Turma)
Outcome
Agravo interno não conhecido.
Legal Topics
Embargos À Execução, Agravo Interno, Recurso Especial, Princípio Da Dialeticidade, Súmula 182/stj, Súmulas 282/stf E 7/stj, Multa Recursal

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Authorities cited 10 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

INARA ROSCHILDT PINTO

Agravante

OUTRO

Agravante

Presidência do Superior Tribunal de Justiça

Agravado

Procedural Posture

Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento Pelo STJ (julgamento Da Quarta Turma)

  1. 1 Ausência de impugnação específica dos fundamentos (princípio da dialeticidade)
  2. 2 Aplicação do art. 1.021, §1º, CPC/15
  3. 3 Aplicação da Súmula 182/STJ

Ratio Decidendi

O agravo interno não foi conhecido porque os agravantes não impugnaram especificamente o fundamento único da decisão monocrática (ofensa ao princípio da dialeticidade), impondo-se a aplicação do art. 1.021, §1º, do CPC/15 e da Súmula 182/STJ; a multa do §4º do art. 1.021 não foi aplicada por ausência de intuito protelatório.

Court Disposition

Agravo interno não conhecido.

Orders

  • Não conhecer do agravo interno.
  • Não aplicar a multa recursal prevista no art. 1.021, §4º, do CPC/15; advertência sobre possibilidade de aplicação de penalidades em caso de atos protelatórios.