EREsp 1863502 - DECISAO
Os embargos de declaração foram rejeitados porque a decisão embargada foi devidamente fundamentada e não padeceu de obscuridade, contradição, omissão ou erro material; ademais, não é via adequada para reexaminar matéria já apreciada, e há jurisprudência desta Corte que impede o uso de embargos de divergência para discutir suposta violação ao art. 1.022/ CPC quando falta similitude fática entre acórdãos.
- Parties
- Embargante: FRANCISCA TANIA CARVALHO COUTINHO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 September 2021
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão Sobre Embargos De Declaração
- Outcome
- Embargos de declaração rejeitados.
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Embargos De Divergência, Omissão, Admissibilidade, Multa Por Embargos Protelatórios
Case Brief
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Parties
FRANCISCA TANIA CARVALHO COUTINHO
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão Sobre Embargos De Declaração
Legal Issues
- 1 Se os embargos de declaração devem ser conhecidos para sanar suposta omissão na decisão que indeferiu liminarmente os embargos de divergência
- 2 Se é cabível utilizar embargos de divergência para discutir violação ao art. 1.022 do CPC/2015 quando há diferenças fático-processuais entre acórdãos
- 3 Se a decisão embargada padecia de obscuridade, contradição, omissão ou erro material
Ratio Decidendi
Os embargos de declaração foram rejeitados porque a decisão embargada foi devidamente fundamentada e não padeceu de obscuridade, contradição, omissão ou erro material; ademais, não é via adequada para reexaminar matéria já apreciada, e há jurisprudência desta Corte que impede o uso de embargos de divergência para discutir suposta violação ao art. 1.022/ CPC quando falta similitude fática entre acórdãos.
Court Disposition
Embargos de declaração rejeitados.
Orders
- Rejeito os embargos de declaração.
- Advirto a parte embargante sobre a reiteração deste expediente, sob pena de pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos versando sobre o mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do Código de Processo Civil).
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