AREsp 2597805 - DECISAO

AREsp 2597805 - DECISAO

Os embargos de declaração foram rejeitados porque não há vício (obscuridade, contradição, omissão ou erro material) no julgado e porque, no exame do agravo em recurso especial, a parte agravante deixou de impugnar especificamente os fundamentos da decisão agravada, nos termos exigidos pelo RISTJ e pela Súmula 83/STJ, não sendo sanável a matéria via embargos; impõe-se ainda advertência de multa por reiteração nos termos do art. 1.026, §2º do CPC.

Parties
Embargante: MIRIAM GUEDES DA CUNHA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
01 July 2024
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão
Outcome
Embargos de declaração rejeitados
Legal Topics
Embargos De Declaração, Agravo Em Recurso Especial, Súmula 83/stj, Súmula 479 Do STJ, Tema 466 Dos Recursos Repetitivos, Preclusão Processual

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 14 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

MIRIAM GUEDES DA CUNHA

Embargante

Procedural Posture

Embargos De Declaração / Decisão

  1. 1 omissão na decisão
  2. 2 impugnação específica dos fundamentos da decisão que não admitiu o recurso especial
  3. 3 aplicação da Súmula 83/STJ

Ratio Decidendi

Os embargos de declaração foram rejeitados porque não há vício (obscuridade, contradição, omissão ou erro material) no julgado e porque, no exame do agravo em recurso especial, a parte agravante deixou de impugnar especificamente os fundamentos da decisão agravada, nos termos exigidos pelo RISTJ e pela Súmula 83/STJ, não sendo sanável a matéria via embargos; impõe-se ainda advertência de multa por reiteração nos termos do art. 1.026, §2º do CPC.

Court Disposition

Embargos de declaração rejeitados

Orders

  • Rejeito os embargos de declaração.
  • Advirto a parte embargante sobre a reiteração deste expediente, sob pena de pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos versando sobre o mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do Código de Processo Civil).