AREsp 2707964 - DECISAO
Os embargos foram rejeitados porque não há omissão, contradição, obscuridade ou erro material no decisum: a parte não comprovou, no ato de interposição do recurso, o suposto feriado local de 12/02/2024 por documento oficial ou certidão do tribunal de origem; o documento juntado (fls. 1054/1055) foi apresentado com as contrarrazões e é insuficiente; a Lei n. 14.939/2024 não é aplicável à hipótese em razão da data da intimação; e a contagem do prazo para recursos dirigidos ao STJ rege-se pela legislação do tribunal a quo.
- Parties
- Embargante: NOVO PRAINHA BAR E RESTAURANTE LTDA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 18 October 2024
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão
- Outcome
- Rejeito os Embargos de Declaração
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Tempestividade Recursal, Feriados, Recesso Forense, Prova Documental
Case Brief
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Parties
NOVO PRAINHA BAR E RESTAURANTE LTDA
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão
Legal Issues
- 1 Omissão apontada quanto à contagem de prazo por feriado de Carnaval (12 e 13/02/2024)
- 2 Necessidade de comprovação de feriado local/recesso forense no ato de interposição do recurso
- 3 Aplicabilidade temporal da Lei n. 14.939/2024 e do princípio tempus regit actum
Ratio Decidendi
Os embargos foram rejeitados porque não há omissão, contradição, obscuridade ou erro material no decisum: a parte não comprovou, no ato de interposição do recurso, o suposto feriado local de 12/02/2024 por documento oficial ou certidão do tribunal de origem; o documento juntado (fls. 1054/1055) foi apresentado com as contrarrazões e é insuficiente; a Lei n. 14.939/2024 não é aplicável à hipótese em razão da data da intimação; e a contagem do prazo para recursos dirigidos ao STJ rege-se pela legislação do tribunal a quo.
Court Disposition
Rejeito os Embargos de Declaração
Orders
- Rejeito os Embargos de Declaração.
- Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC).
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