AREsp 2729811 - DECISAO
Os embargos foram rejeitados porque não demonstraram obscuridade, contradição, omissão ou erro material na decisão embargada e porque a alegação de feriado local (12.2.2024) não foi comprovada por documento oficial no ato da interposição do recurso, nos termos do art. 1.003, § 6º, do CPC; além disso, a aplicação da Lei n. 14.939/2024 não é cabível por não se aplicar à data de intimação e a aferição de prazos dirigidos ao STJ rege-se pelo prazo do tribunal a quo e pela legislação local sobre feriados e recesso.
- Parties
- Embargante: JULIANA APARECIDA DA SILVA SARTORI
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 08 November 2024
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição
- Outcome
- Rejeito os Embargos de Declaração
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Prazo Recursal, Feriado Forense, Tempestividade, Multa Por Embargos Protelares
Case Brief
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Parties
JULIANA APARECIDA DA SILVA SARTORI
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição
Legal Issues
- 1 existência de contradição no acórdão quanto à tempestividade do recurso
- 2 necessidade de comprovação de feriado local no ato da interposição do recurso
- 3 aplicação temporal da Lei n. 14.939/2024
Ratio Decidendi
Os embargos foram rejeitados porque não demonstraram obscuridade, contradição, omissão ou erro material na decisão embargada e porque a alegação de feriado local (12.2.2024) não foi comprovada por documento oficial no ato da interposição do recurso, nos termos do art. 1.003, § 6º, do CPC; além disso, a aplicação da Lei n. 14.939/2024 não é cabível por não se aplicar à data de intimação e a aferição de prazos dirigidos ao STJ rege-se pelo prazo do tribunal a quo e pela legislação local sobre feriados e recesso.
Court Disposition
Rejeito os Embargos de Declaração
Orders
- Rejeito os Embargos de Declaração
- Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC)
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