EAREsp 2586848 - DECISAO
Os Embargos de Declaração foram rejeitados porque não se demonstrou obscuridade, contradição, omissão ou erro material no julgado; além disso, os embargos de divergência previamente interpostos foram considerados intempestivos, houve irregularidade na representação por ausência de indicação do advogado substabelecido e não foram atendidos os requisitos formais para comprovação da divergência jurisprudencial, aplicando-se a Súmula 115/STJ; por fim, emitida advertência sobre multa de 2% para embargos repetitivos.
- Parties
- Embargante: JOSE RAIMUNDO ALVES VIANA; Embargante: JOAQUIM DE OLIVEIRA FILHO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 November 2024
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição
- Outcome
- Embargos de Declaração rejeitados
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Embargos De Divergência, Tempestividade, Representação Processual, Súmula 115/stj, Multa Por Embargos Protelatórios, Lei 11.419/2006
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
JOSE RAIMUNDO ALVES VIANA
Embargante
JOAQUIM DE OLIVEIRA FILHO
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição
Legal Issues
- 1 Tempestividade dos Embargos de Divergência
- 2 Regularidade da representação e validade do substabelecimento
- 3 Aplicabilidade da Lei 11.419/2006 na contagem de prazos eletrônicos
Ratio Decidendi
Os Embargos de Declaração foram rejeitados porque não se demonstrou obscuridade, contradição, omissão ou erro material no julgado; além disso, os embargos de divergência previamente interpostos foram considerados intempestivos, houve irregularidade na representação por ausência de indicação do advogado substabelecido e não foram atendidos os requisitos formais para comprovação da divergência jurisprudencial, aplicando-se a Súmula 115/STJ; por fim, emitida advertência sobre multa de 2% para embargos repetitivos.
Court Disposition
Embargos de Declaração rejeitados
Orders
- Rejeitam-se os Embargos de Declaração.
- Advirte-se a parte embargante que a reiteração do mesmo expediente será considerada manifestamente protelatória e sujeitará ao pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa (art. 1.026, § 2º, CPC).
Full Case Text
Judgment text and source record
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