AREsp 2901912 - DECISAO

AREsp 2901912 - DECISAO

Os embargos de declaração foram rejeitados porque não há omissão no julgado: o Agravo em Recurso Especial não impugnou de forma específica e fundamentada o fundamento relativo à consonância com a jurisprudência do STJ, como exige o art. 253, parágrafo único, do RISTJ e a orientação consolidada pela Súmula 83/STJ e precedentes; portanto não se verificam vícios de obscuridade, contradição, omissão ou erro material que justifiquem acolhimento dos embargos.

Parties
Embargante: CLARO S.A
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
03 July 2025
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão
Outcome
Embargos de Declaração rejeitados
Legal Topics
Embargos De Declaração, Admissibilidade De Recurso Especial, Súmula 83/stj, Princípio Da Dialeticidade, Preclusão

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Authorities cited 12 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

CLARO S.A

Embargante

Procedural Posture

Embargos De Declaração / Decisão

  1. 1 omissão na decisão quanto ao conteúdo do Agravo em Recurso Especial
  2. 2 ausência de impugnação específica dos fundamentos que justificaram a não admissão do recurso especial
  3. 3 aplicabilidade da Súmula 83/STJ

Ratio Decidendi

Os embargos de declaração foram rejeitados porque não há omissão no julgado: o Agravo em Recurso Especial não impugnou de forma específica e fundamentada o fundamento relativo à consonância com a jurisprudência do STJ, como exige o art. 253, parágrafo único, do RISTJ e a orientação consolidada pela Súmula 83/STJ e precedentes; portanto não se verificam vícios de obscuridade, contradição, omissão ou erro material que justifiquem acolhimento dos embargos.

Court Disposition

Embargos de Declaração rejeitados

Orders

  • Rejeito os Embargos de Declaração.
  • Advirto a parte embargante sobre a reiteração deste expediente, sob pena de pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos versando sobre o mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do Código de Processo Civil).