AREsp 2940642 - DECISAO
Os embargos foram rejeitados por ausência dos vícios previstos no art. 1.022 CPC (obscuridade, contradição, omissão ou erro material); não se verificou assédio processual, litigância de má-fé ou ato atentatório à dignidade da Justiça, uma vez que foram interpostos recursos previstos em lei sem abuso do direito de recorrer; o meio escolhido não é adequado para reabrir discussão sobre matéria já decidida.
- Parties
- Embargante: ANA TARCILA MORAES DE MAGALHAES
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 September 2025
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão Sobre Embargos De Declaração
- Outcome
- Embargos de Declaração rejeitados
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Assédio Processual, Litigância De Má Fé, Ato Atentatório À Dignidade Da Justiça, Multa Por Recurso Protelatório, Trânsito Em Julgado, Art. 1.022 CPC, Art. 1.026, § 2º CPC
Case Brief
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Parties
ANA TARCILA MORAES DE MAGALHAES
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão Sobre Embargos De Declaração
Legal Issues
- 1 existiu omissão na decisão impugnada?
- 2 os atos do recorrente configuram assédio processual, litigância de má-fé ou ato atentatório à dignidade da Justiça?
- 3 são cabíveis multa e outras sanções processuais ou penais pedidas pela embargante?
Ratio Decidendi
Os embargos foram rejeitados por ausência dos vícios previstos no art. 1.022 CPC (obscuridade, contradição, omissão ou erro material); não se verificou assédio processual, litigância de má-fé ou ato atentatório à dignidade da Justiça, uma vez que foram interpostos recursos previstos em lei sem abuso do direito de recorrer; o meio escolhido não é adequado para reabrir discussão sobre matéria já decidida.
Court Disposition
Embargos de Declaração rejeitados
Orders
- Rejeito os Embargos de Declaração
- Advirto a parte embargante que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC)
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