AREsp 2453853 - DECISAO

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Rejeitaram-se os embargos por não se tratar de correção de omissão, obscuridade, contradição ou erro material no sentido do art. 1.022 do CPC, mas de tentativa de rediscussão do julgado; ademais, o recurso especial não foi conhecido por força da preclusão consumativa decorrente da interposição anterior de embargos de declaração (princípio da unirrecorribilidade), e a ratificação do recurso especial foi intempestiva, não produzindo efeitos. A multa do art. 1.026, § 2º, do CPC não foi aplicada por se tratar de primeiros embargos sem caráter manifestamente protelatório.

Parties
Embargante: PAULO RICARDO RAMOS DA SILVA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
26 August 2025
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Rejeitados Em Decisão Monocrática
Legal Topics
Embargos De Declaração, Princípio Da Unirrecorribilidade, Preclusão Consumativa, Intempestividade, Admissibilidade De Recurso Especial, Multa Por Embargos Protelatórios

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Parties

PAULO RICARDO RAMOS DA SILVA

Embargante

Procedural Posture

Embargos De Declaração / Rejeitados Em Decisão Monocrática

  1. 1 Existência de omissão, obscuridade, contradição ou erro material passível de acolhimento nos termos do art. 1.022 do CPC
  2. 2 Vedação à rediscussão do julgado por meio de embargos de declaração
  3. 3 Aplicação do princípio da unirrecorribilidade recursal e da preclusão consumativa em face de recursos sucessivos

Ratio Decidendi

Rejeitaram-se os embargos por não se tratar de correção de omissão, obscuridade, contradição ou erro material no sentido do art. 1.022 do CPC, mas de tentativa de rediscussão do julgado; ademais, o recurso especial não foi conhecido por força da preclusão consumativa decorrente da interposição anterior de embargos de declaração (princípio da unirrecorribilidade), e a ratificação do recurso especial foi intempestiva, não produzindo efeitos. A multa do art. 1.026, § 2º, do CPC não foi aplicada por se tratar de primeiros embargos sem caráter manifestamente protelatório.