REsp 1801274 - ACORDAO

REsp 1801274 - ACORDAO

Rejeitaram‑se os embargos de declaração por ausência de omissão, contradição, obscuridade ou erro material no acórdão recorrido; a matéria foi integralmente apreciada e decidida sob fundamento constitucional (Emendas Constitucionais 20/1998 e 41/2003), o que impede o conhecimento do Recurso Especial por usurpação da competência do STF; embargos não são meio adequado para reanálise do mérito.

Parties
Embargante: INSS
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
16 March 2021
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Julgamento Embargos Rejeitados
Outcome
Embargos de Declaração rejeitados por unanimidade
Legal Topics
Embargos De Declaração, Art. 1.022 Do Cpc/2015, Teto Do Salário De Benefício, Emendas Constitucionais 20/1998 E 41/2003, Competência Do STF

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Authorities cited 11 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

INSS

Embargante

Procedural Posture

Embargos De Declaração / Julgamento Embargos Rejeitados

  1. 1 Alegada afronta ao art. 1.022 do CPC/2015
  2. 2 Possibilidade de aplicação dos tetos das Emendas Constitucionais 20/1998 e 41/2003 a benefícios concedidos antes de sua vigência
  3. 3 Cabimento de Recurso Especial quando a instância ordinária fundamenta a decisão em matéria constitucional

Ratio Decidendi

Rejeitaram‑se os embargos de declaração por ausência de omissão, contradição, obscuridade ou erro material no acórdão recorrido; a matéria foi integralmente apreciada e decidida sob fundamento constitucional (Emendas Constitucionais 20/1998 e 41/2003), o que impede o conhecimento do Recurso Especial por usurpação da competência do STF; embargos não são meio adequado para reanálise do mérito.

Court Disposition

Embargos de Declaração rejeitados por unanimidade

Orders

  • Rejeitar os Embargos de Declaração
  • Advertência de que a reiteração será considerada expediente protelatório sujeito a multa