AREsp 1793851 - DECISAO
Rejeitaram-se os embargos porque não há obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum: a decisão embargada já disciplinou que a majoração de honorários só ocorreria se houvesse prévia fixação pela instância a quo; aplica-se o Enunciado Administrativo n.7 quanto à eficácia temporal e a jurisprudência do STJ afasta honorários recursais em agravo de instrumento, de modo que não há vício sanável pelos embargos.
- Parties
- Embargante: UM INVESTIMENTOS S/A CORRETORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS - EM LIQUIDACAO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 April 2021
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão (rejeição Dos Embargos)
- Outcome
- Embargos de declaração rejeitados
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Honorários Sucumbenciais, Majoração De Honorários, Agravo De Instrumento, Súmula 83 Do STJ, Enunciado Administrativo N. 7 Do STJ
Case Brief
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Parties
UM INVESTIMENTOS S/A CORRETORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS - EM LIQUIDACAO
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão (rejeição Dos Embargos)
Legal Issues
- 1 omissão quanto à fixação de honorários sucumbenciais
- 2 aplicabilidade do art. 85, § 11, do CPC/2015 e necessidade de prévia fixação na instância a quo
- 3 incabibilidade de honorários recursais em agravo de instrumento
Ratio Decidendi
Rejeitaram-se os embargos porque não há obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum: a decisão embargada já disciplinou que a majoração de honorários só ocorreria se houvesse prévia fixação pela instância a quo; aplica-se o Enunciado Administrativo n.7 quanto à eficácia temporal e a jurisprudência do STJ afasta honorários recursais em agravo de instrumento, de modo que não há vício sanável pelos embargos.
Court Disposition
Embargos de declaração rejeitados
Orders
- Rejeito os embargos de declaração
- Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, por serem considerados manifestamente protelatórios os próximos embargos sobre o mesmo assunto (art. 1.026, § 2º, do CPC)
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