REsp 2186713 - DECISAO
Rejeitaram-se os embargos porque não se verificou obscuridade, contradição, omissão ou erro material a ser sanado; os embargantes não comprovaram documentalmente a suspensão dos prazos no Tribunal fora do período consolidado pelas Resoluções do CNJ (19.3.2020 a 14.6.2020) no momento oportuno; a tentativa de rediscutir matéria já decidida configura mera insatisfação; e a aplicação da Lei n. 14.939/2024 depende de intimação ocorrida a partir de 31.7.2024.
- Parties
- Embargante: JOSE LIMA ASSUNCAO FILHO; Embargante: JOSÉ MARIA DE JESUS E SILVA; Embargante: JUCIMAR BEZERRA TORRES ASSUNCAO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 March 2025
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão
- Outcome
- Rejeitados os Embargos de Declaração
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Suspensão De Prazos Processuais, Pandemia De COVID 19, Comprovação De Suspensão De Prazos, Tempus Regit Actum, Multa Por Embargos Protelatórios
Case Brief
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Parties
JOSE LIMA ASSUNCAO FILHO
Embargante
JOSÉ MARIA DE JESUS E SILVA
Embargante
JUCIMAR BEZERRA TORRES ASSUNCAO
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão
Legal Issues
- 1 Conhecimento e acolhimento dos embargos de declaração
- 2 Necessidade de comprovação documental de suspensão de prazos processuais
- 3 Aplicação temporal da Lei n. 14.939/2024 (tempus regit actum)
Ratio Decidendi
Rejeitaram-se os embargos porque não se verificou obscuridade, contradição, omissão ou erro material a ser sanado; os embargantes não comprovaram documentalmente a suspensão dos prazos no Tribunal fora do período consolidado pelas Resoluções do CNJ (19.3.2020 a 14.6.2020) no momento oportuno; a tentativa de rediscutir matéria já decidida configura mera insatisfação; e a aplicação da Lei n. 14.939/2024 depende de intimação ocorrida a partir de 31.7.2024.
Court Disposition
Rejeitados os Embargos de Declaração
Orders
- Rejeito os Embargos de Declaração.
- Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC).
Full Case Text
Judgment text and source record
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