AREsp 3147504 - DECISAO

AREsp 3147504 - DECISAO

Os embargos foram rejeitados por ausência dos vícios subsidiários previstos no art. 1.022 CPC (obscuridade, contradição, omissão ou erro material) e por falta de impugnação específica e individualizada dos fundamentos da decisão que inadmitiu o recurso especial (notadamente quanto à Súmula 7/STJ), exigência prevista no RISTJ e na jurisprudência do STJ.

Parties
Embargante: RAFAEL PERES DE SOUZA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
27 April 2026
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão Sobre Embargos De Declaração (rejeição)
Outcome
Embargos de Declaração rejeitados; segundo embargos não conhecidos por preclusão
Legal Topics
Embargos De Declaração, Agravo Em Recurso Especial, Súmula 7/stj, Súmula 182/stj, Preclusão, Admissibilidade De Recurso Especial

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Authorities cited 10 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

RAFAEL PERES DE SOUZA

Embargante

Procedural Posture

Embargos De Declaração / Decisão Sobre Embargos De Declaração (rejeição)

  1. 1 Conhecimento dos embargos de declaração
  2. 2 Impugnação específica dos fundamentos da decisão que inadmitiu o recurso especial (súmula 7/STJ)
  3. 3 Aplicabilidade da Súmula 7/STJ

Ratio Decidendi

Os embargos foram rejeitados por ausência dos vícios subsidiários previstos no art. 1.022 CPC (obscuridade, contradição, omissão ou erro material) e por falta de impugnação específica e individualizada dos fundamentos da decisão que inadmitiu o recurso especial (notadamente quanto à Súmula 7/STJ), exigência prevista no RISTJ e na jurisprudência do STJ.

Court Disposition

Embargos de Declaração rejeitados; segundo embargos não conhecidos por preclusão

Orders

  • Rejeito os Embargos de Declaração
  • Advirto a parte embargante sobre a reiteração deste expediente, sob pena de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, caso futuros embargos sobre o mesmo assunto sejam considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, CPC)