AREsp 1875214 - DECISAO
Os embargos de declaração foram rejeitados porque não se verificou obscuridade, contradição, omissão ou erro material a ser esclarecido, e porque a agravante não impugnou especificamente os fundamentos da decisão que inadmitiu o recurso especial, nos termos do art. 253, parágrafo único, do RISTJ; alegações genéricas sobre reexame de provas não afastam a incidência da Súmula 7/STJ nem supre a necessidade de impugnação fundamentada.
- Parties
- Embargante: MARIA LUIZA DA SILVA CAMPO GRANDE
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 August 2021
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição Dos Embargos De Declaração
- Outcome
- Embargos de declaração rejeitados
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Agravo Em Recurso Especial, Admissibilidade De Recurso Especial, Súmula 7/stj, Súmula 83/stj, Preclusão, Multa Por Embargos Protelatórios (art. 1.026, §2º Cpc)
Case Brief
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Parties
MARIA LUIZA DA SILVA CAMPO GRANDE
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição Dos Embargos De Declaração
Legal Issues
- 1 Verificação de omissão, obscuridade, contradição ou erro material em embargos de declaração
- 2 Necessidade de impugnação específica dos fundamentos da decisão que inadmite recurso especial
- 3 Aplicabilidade das Súmulas 7 e 83 do STJ
Ratio Decidendi
Os embargos de declaração foram rejeitados porque não se verificou obscuridade, contradição, omissão ou erro material a ser esclarecido, e porque a agravante não impugnou especificamente os fundamentos da decisão que inadmitiu o recurso especial, nos termos do art. 253, parágrafo único, do RISTJ; alegações genéricas sobre reexame de provas não afastam a incidência da Súmula 7/STJ nem supre a necessidade de impugnação fundamentada.
Court Disposition
Embargos de declaração rejeitados
Orders
- Rejeitam-se os embargos de declaração.
- Advirto a parte embargante sobre a reiteração deste expediente, sob pena de pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos versando sobre o mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do Código de Processo Civil).
Full Case Text
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