AREsp 1961844 - DECISAO
Rejeitaram-se os embargos porque não há obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum; aplicam-se as regras do CPC/2015 por força do Enunciado Administrativo n.3 e do princípio tempus regit actum; no entendimento consolidado do STJ, o prazo em dobro do art.229/NCPC não se aplica ao agravo contra decisão que nega seguimento a recurso especial, de modo que não houve irregularidade sanável pelos embargos.
- Parties
- Embargante: ARLINDO PEREIRA DE ALMEIDA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 18 November 2021
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão Sobre Embargos De Declaração Opostos a Decisão Que Não Conheceu Do Recurso Especial
- Outcome
- Rejeitam-se os embargos de declaração
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Tempestividade, Prazos Processuais, Agravo Em Recurso Especial, Litisconsórcio, Prazo Em Dobro, Multa Por Embargos Protelatórios
Case Brief
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Parties
ARLINDO PEREIRA DE ALMEIDA
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão Sobre Embargos De Declaração Opostos a Decisão Que Não Conheceu Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Aplicação temporal do CPC/2015 e definição do prazo recursal
- 2 Contagem em dobro do prazo por haver litisconsortes com procuradores diversos (art. 229 CPC)
- 3 Admissibilidade do agravo em recurso especial contra decisão que nega seguimento ao recurso especial
Ratio Decidendi
Rejeitaram-se os embargos porque não há obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum; aplicam-se as regras do CPC/2015 por força do Enunciado Administrativo n.3 e do princípio tempus regit actum; no entendimento consolidado do STJ, o prazo em dobro do art.229/NCPC não se aplica ao agravo contra decisão que nega seguimento a recurso especial, de modo que não houve irregularidade sanável pelos embargos.
Court Disposition
Rejeitam-se os embargos de declaração
Orders
- Rejeito os embargos de declaração
- Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, por serem os próximos embargos considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC)
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