AREsp 2554849 - DECISAO
Os embargos são rejeitados porque não se demonstrou qualquer vício previsto no art. 1.022 do CPC; o Tribunal local fundamentou integralmente a controvérsia; a decisão combatida é interlocutória e deveria ser impugnada por agravo de instrumento (art. 1.015, parágrafo único, CPC), havendo erro grosseiro que impede a aplicação da fungibilidade recursal, o que torna inadequada a via declaratória para os argumentos apresentados.
- Parties
- Embargante: COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO AMAPÁ (CEA)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 July 2024
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Julgamento
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Omissão, Obscuridade E Contradição, Agravo De Instrumento, Fungibilidade Recursal, Prequestionamento
Case Brief
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Parties
COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO AMAPÁ (CEA)
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Julgamento
Legal Issues
- 1 Existência de omissão no acórdão quanto à necessidade de submissão à sistemática do art. 1.040 e ss. do CPC
- 2 Alegada violação dos arts. 489 e 1.022 do CPC
- 3 Se há fundamento autônomo e suficiente do acórdão nos termos da Súmula 283/STF
Ratio Decidendi
Os embargos são rejeitados porque não se demonstrou qualquer vício previsto no art. 1.022 do CPC; o Tribunal local fundamentou integralmente a controvérsia; a decisão combatida é interlocutória e deveria ser impugnada por agravo de instrumento (art. 1.015, parágrafo único, CPC), havendo erro grosseiro que impede a aplicação da fungibilidade recursal, o que torna inadequada a via declaratória para os argumentos apresentados.
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