AREsp 2550262 - ACORDAO
Os segundos embargos de declaração foram considerados repetitivos e manifestamente protelatórios por reproduzirem vícios já apreciados, razão pela qual foram rejeitados com aplicação da multa prevista no art. 1.026, § 2º, do CPC/2015 e com determinação de imediata baixa dos autos e certificação do trânsito em julgado.
- Parties
- Embargante: COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO AMAPÁ - CEA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 October 2024
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração (segundos Embargos De Declaração) / Julgamento (acórdão)
- Outcome
- Rejeitar os embargos de declaração, por unanimidade.
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Multa, Baixa Dos Autos, Intuito Protelatório
Case Brief
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Parties
COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO AMAPÁ - CEA
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração (segundos Embargos De Declaração) / Julgamento (acórdão)
Legal Issues
- 1 Existência dos requisitos dos embargos de declaração (obscuridade, contradição, omissão ou erro material, art. 1.022 do CPC/2015)
- 2 Configuração de caráter protelatório e aplicação de multa (art. 1.026, § 2º, do CPC/2015)
- 3 Determinação de imediata baixa dos autos e certificação do trânsito em julgado independentemente da publicação do acórdão
Ratio Decidendi
Os segundos embargos de declaração foram considerados repetitivos e manifestamente protelatórios por reproduzirem vícios já apreciados, razão pela qual foram rejeitados com aplicação da multa prevista no art. 1.026, § 2º, do CPC/2015 e com determinação de imediata baixa dos autos e certificação do trânsito em julgado.
Court Disposition
Rejeitar os embargos de declaração, por unanimidade.
Orders
- Rejeitar os embargos de declaração.
- Aplicar multa ao embargante de 2% sobre o valor atualizado da causa.
Full Case Text
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