AREsp 2681159 - ACORDAO
Rejeitaram-se os embargos de declaração por ausência de obscuridade, contradição, omissão ou erro material no acórdão; o acórdão enfrentou de forma clara e fundamentada as questões suscitadas, aplicando, com amparo na jurisprudência do STJ, o prazo prescricional decenal previsto no art. 205 do Código Civil às ações de indenização entre mandante e mandatário.
- Parties
- Embargante: RAUL ALVES ROSA NETO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 September 2025
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração No Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Embargos De Declaração Rejeitados Pela Quarta Turma Em Sessão Virtual (26/08/2025 a 01/09/2025)
- Outcome
- Embargos de declaração rejeitados por unanimidade pela Quarta Turma
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Prescrição, Prazo Prescricional Decenal, Prestação De Contas, Responsabilidade Do Advogado, Contradição Interna
Case Brief
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Parties
RAUL ALVES ROSA NETO
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração No Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Embargos De Declaração Rejeitados Pela Quarta Turma Em Sessão Virtual (26/08/2025 a 01/09/2025)
Legal Issues
- 1 Há contradição no acórdão ao aplicar o prazo prescricional decenal (10 anos) em vez do prazo quinquenal (5 anos) para ações de prestação de contas entre advogado e cliente?
- 2 Os embargos de declaração são cabíveis para sanar eventual omissão, obscuridade, contradição ou erro material no acórdão?
Ratio Decidendi
Rejeitaram-se os embargos de declaração por ausência de obscuridade, contradição, omissão ou erro material no acórdão; o acórdão enfrentou de forma clara e fundamentada as questões suscitadas, aplicando, com amparo na jurisprudência do STJ, o prazo prescricional decenal previsto no art. 205 do Código Civil às ações de indenização entre mandante e mandatário.
Court Disposition
Embargos de declaração rejeitados por unanimidade pela Quarta Turma
Orders
- Rejeitar os embargos de declaração.
- Advertir a parte embargante de que reiteração de embargos poderá ser considerada manifestamente protelatória, com imposição da multa de 2% sobre o valor atualizado da causa (art. 1.026, § 2º, CPC).
Full Case Text
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