AREsp 2602453 - DECISAO
Os embargos foram rejeitados porque não há obscuridade, contradição, omissão ou erro material na decisão embargada; o agravo em recurso especial não foi conhecido por ausência de impugnação específica dos fundamentos da decisão que não admitiu o recurso especial, implicando preclusão e impedindo o exame do mérito; assim, não cabe acolhimento dos embargos de declaração e aplica-se advertência quanto à multa por repetição de peça protelatória.
- Parties
- Embargante: BRUNO HENRIQUES DE MENEZES
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 June 2024
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão Proferida
- Outcome
- Embargos de declaração rejeitados
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Admissibilidade Do Recurso Especial, Impugnação Específica De Fundamentos, Preclusão, Multa Por Embargos Manifestamente Protelatórios
Case Brief
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Parties
BRUNO HENRIQUES DE MENEZES
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão Proferida
Legal Issues
- 1 Existência de omissão, obscuridade ou contradição passível de acolhimento em embargos de declaração
- 2 Obrigatoriedade de impugnação específica dos fundamentos da decisão que não admite o recurso especial
- 3 Preclusão da impugnação dos fundamentos caso não feita no agravo em recurso especial
Ratio Decidendi
Os embargos foram rejeitados porque não há obscuridade, contradição, omissão ou erro material na decisão embargada; o agravo em recurso especial não foi conhecido por ausência de impugnação específica dos fundamentos da decisão que não admitiu o recurso especial, implicando preclusão e impedindo o exame do mérito; assim, não cabe acolhimento dos embargos de declaração e aplica-se advertência quanto à multa por repetição de peça protelatória.
Court Disposition
Embargos de declaração rejeitados
Orders
- Rejeito os embargos de declaração
- Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente acarretará multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, por serem os próximos embargos manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, CPC)
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