AREsp 2554882 - ACORDAO
Os embargos de declaração foram rejeitados porque não demonstraram omissão, contradição, obscuridade ou erro material nos termos do art. 1.022 do CPC/2015; o acórdão embargado enfrentou as teses relevantes e apresentou fundamentação suficiente e adequada, sendo inadequado o uso dos embargos para reexame de matéria já decidida. No mérito, considerou-se que as decisões do CARF não configuram, por si só, práticas reiteradamente observadas pelas autoridades administrativas nos termos do art. 100, III, do CTN, e que o enquadramento como norma do art. 100, II, exige que a lei atribua eficácia normativa às decisões administrativas.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 August 2024
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração Opostos Contra Acórdão Que Julgou Agravo Interno / Julgamento Pela Segunda Turma (sessão Virtual De 06/08/2024 a 12/08/2024); Embargos Rejeitados
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Art. 1.022 Do Cpc/2015, Art. 489 Do Cpc/2015, Art. 1.012 Do CPC, Art. 100 Do CTN (incisos II E Iii), Normas Complementares, Práticas Reiteradamente Observadas, Reexame De Matéria Em Embargos De Declaração
Case Brief
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Procedural Posture
Embargos De Declaração Opostos Contra Acórdão Que Julgou Agravo Interno / Julgamento Pela Segunda Turma (sessão Virtual De 06/08/2024 a 12/08/2024); Embargos Rejeitados
Legal Issues
- 1 Cabimento dos embargos de declaração nos termos do art. 1.022 do CPC/2015
- 2 Possibilidade de utilização dos embargos de declaração para reexame de matéria já decidida
- 3 Interpretação do art. 100 do CTN, em especial incisos II e III
Ratio Decidendi
Os embargos de declaração foram rejeitados porque não demonstraram omissão, contradição, obscuridade ou erro material nos termos do art. 1.022 do CPC/2015; o acórdão embargado enfrentou as teses relevantes e apresentou fundamentação suficiente e adequada, sendo inadequado o uso dos embargos para reexame de matéria já decidida. No mérito, considerou-se que as decisões do CARF não configuram, por si só, práticas reiteradamente observadas pelas autoridades administrativas nos termos do art. 100, III, do CTN, e que o enquadramento como norma do art. 100, II, exige que a lei atribua eficácia normativa às decisões administrativas.
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