REsp 2108419 - DECISAO
O recurso especial foi conhecido parcialmente e negado provimento porque o Tribunal entendeu estar demonstrada a legitimidade passiva do INSS e sua culpa na averbação de empréstimos consignados fraudulentos, com base no art. 6º da Lei 10.820/2003 e em perícia grafotécnica que comprovou a inexistência de assinatura do beneficiário, de modo que a responsabilidade por danos morais, na medida da culpa, deve ser mantida; pedidos não ventilados em instância anterior (responsabilidade subsidiária) são inovativos e preclusos; o reexame de prova é vedado pela Súmula 7/STJ.
- Parties
- Autor: JOSÉ FERREIRA DOS SANTOS; Recorrente: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL; Réu/recorrido: Banco Itaú Consignado S.A.; Réu/recorrido: Banco Banrisul
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 10 June 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão De Mérito Em Recurso Especial (conhecimento Parcial E Julgamento)
- Outcome
- Conheço parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, nego provimento.
- Legal Topics
- Empréstimo Consignado, Danos Morais, Ilegitimidade Passiva, Responsabilidade Solidária, Preclusão Recursal, Súmula 7/stj
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
JOSÉ FERREIRA DOS SANTOS
Autor
INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL
Recorrente
Banco Itaú Consignado S.A.
Réu/recorrido
Banco Banrisul
Réu/recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão De Mérito Em Recurso Especial (conhecimento Parcial E Julgamento)
Legal Issues
- 1 Ilegitimidade passiva do INSS
- 2 Nexo causal entre atuação do INSS e descontos fraudulentos
- 3 Responsabilidade por danos morais decorrente de descontos consignados fraudulentos
Ratio Decidendi
O recurso especial foi conhecido parcialmente e negado provimento porque o Tribunal entendeu estar demonstrada a legitimidade passiva do INSS e sua culpa na averbação de empréstimos consignados fraudulentos, com base no art. 6º da Lei 10.820/2003 e em perícia grafotécnica que comprovou a inexistência de assinatura do beneficiário, de modo que a responsabilidade por danos morais, na medida da culpa, deve ser mantida; pedidos não ventilados em instância anterior (responsabilidade subsidiária) são inovativos e preclusos; o reexame de prova é vedado pela Súmula 7/STJ.
Court Disposition
Conheço parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, nego provimento.
Orders
- Nego provimento ao recurso especial na extensão conhecida.
- Majoro em 10% (dez por cento), em desfavor da parte recorrente, o valor de honorários sucumbenciais já arbitrado, nos termos do art. 85, §11, do CPC.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment