REsp 2024777 - ACORDAO

REsp 2024777 - ACORDAO

O agravo interno foi negado porque o recurso especial foi inadmitido pelo tribunal de origem em razão da Súmula 7/STJ e da ausência de dissídio jurisprudencial; não há contradição entre decisão do Ministro Presidente e do Relator em razão de reconsideração expressa autorizada pelo art. 259, §6, do RISTJ; os óbices ao conhecimento serão examinados por ocasião do julgamento após a conversão do agravo em recurso especial.

Parties
Agravante: PEDRO DE ALCANTARA DUQUE CAVALCANTI
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
23 September 2021
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento
Outcome
Agravo interno não provido
Legal Topics
Enunciado Administrativo 3/stj, Súmula 7/stj, Inadmissibilidade, Reconsideração De Decisão, Conversão De Agravo Em Recurso Especial

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Authorities cited 4 Party arguments 1
Sign in to unlock

Parties

PEDRO DE ALCANTARA DUQUE CAVALCANTI

Agravante

Procedural Posture

Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento

  1. 1 incidência da Súmula 7/STJ como óbice ao recurso especial
  2. 2 ausência de dissídio jurisprudencial comprovado
  3. 3 possibilidade de reconsideração de decisão do Ministro Presidente

Ratio Decidendi

O agravo interno foi negado porque o recurso especial foi inadmitido pelo tribunal de origem em razão da Súmula 7/STJ e da ausência de dissídio jurisprudencial; não há contradição entre decisão do Ministro Presidente e do Relator em razão de reconsideração expressa autorizada pelo art. 259, §6, do RISTJ; os óbices ao conhecimento serão examinados por ocasião do julgamento após a conversão do agravo em recurso especial.

Court Disposition

Agravo interno não provido

Orders

  • Negar provimento ao agravo interno
  • Converter o agravo em recurso especial, nos termos da decisão monocrática de fls. 895/897