EAREsp 2405692 - DECISAO
O Tribunal de origem, com base no acervo probatório, concluiu que as quatro pessoas físicas foram as enganadas e sofreram o prejuízo de R$ 24.000,00, enquanto a pessoa jurídica não sofreu lesão patrimonial; a insurgência da defesa exigiria reexame do conjunto probatório, vedado em recurso especial pela Súmula 7 do STJ; assim, conheceu-se do agravo para conhecer do recurso especial e, com fundamento na Súmula 568 do STJ, negou-se provimento ao recurso especial.
- Parties
- Agravante/acusada: CAROLINE ALVES DE MORAIS; Ministério Público/contrária: MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS - MPDFT; Vítima/ofendido: FREDERICO NEVES ALVES FERREIRA; Vítima/ofendido: ANDRÉ ALVES CAMPOS SAMPAIO; Vítima/ofendido: RAFAEL MIHSEN TAVEIRA; Vítima/ofendido: DIOGO ALVES CAMPOS SAMPAIO; Pessoa Jurídica Mencionada: Casa Forte Construções e Transportes EIRELI
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 April 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça Conhecendo Do Agravo E Negando Provimento Ao Recurso Especial
- Outcome
- Conhecer do agravo e conhecer do recurso especial; negar provimento ao recurso especial com fundamento na Súmula n. 568 do STJ.
- Legal Topics
- Estelionato, Ação Penal Pública Condicionada À Representação, Decadência, Admissibilidade De Recurso Especial, Proibição De Reexame Fático (súmula 7/stj)
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
CAROLINE ALVES DE MORAIS
Agravante/acusada
MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS - MPDFT
Ministério Público/contrária
FREDERICO NEVES ALVES FERREIRA
Vítima/ofendido
ANDRÉ ALVES CAMPOS SAMPAIO
Vítima/ofendido
RAFAEL MIHSEN TAVEIRA
Vítima/ofendido
DIOGO ALVES CAMPOS SAMPAIO
Vítima/ofendido
Casa Forte Construções e Transportes EIRELI
Pessoa Jurídica Mencionada
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça Conhecendo Do Agravo E Negando Provimento Ao Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Se as pessoas físicas que representaram eram sujeitos passivos/vítimas do crime de estelionato ou se a pessoa jurídica era o verdadeiro sujeito passivo
- 2 Validade da representação e ocorrência de decadência
- 3 Aplicabilidade da Súmula n. 7 do STJ para impedir reexame fático-probatório
Ratio Decidendi
O Tribunal de origem, com base no acervo probatório, concluiu que as quatro pessoas físicas foram as enganadas e sofreram o prejuízo de R$ 24.000,00, enquanto a pessoa jurídica não sofreu lesão patrimonial; a insurgência da defesa exigiria reexame do conjunto probatório, vedado em recurso especial pela Súmula 7 do STJ; assim, conheceu-se do agravo para conhecer do recurso especial e, com fundamento na Súmula 568 do STJ, negou-se provimento ao recurso especial.
Court Disposition
Conhecer do agravo e conhecer do recurso especial; negar provimento ao recurso especial com fundamento na Súmula n. 568 do STJ.
Orders
- Publicar-se.
- Intimar-se as partes.
Full Case Text
Judgment text and source record
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