AREsp 2841214 - DECISAO

AREsp 2841214 - DECISAO

O STJ não conheceu do recurso especial porque a decisão recorrido exigia reexame de fatos e provas (vedado pela Súmula 7), as alegações de violação normativa não foram previamente apreciadas pelo tribunal a quo (ausência de prequestionamento) e a Corte de origem corretamente aplicou o entendimento de que, quando o nome do sócio figura na CDA como co-responsável, cabe a este o ônus de produzir prova inequívoca para exonerar-se nos termos dos arts. 135 e 204 do CTN.

Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
14 April 2025
Procedural Posture
Recurso Especial (agravo De Instrumento Em Sede De Execução Fiscal) / Julgado No Stj: Agravo Conhecido Em Parte; Recurso Especial Não Conhecido
Outcome
Conheço do agravo em parte; não conheço do recurso especial.
Legal Topics
Exceção De Pré Executividade, Responsabilidade De Sócio Por Dívidas Fiscais, Art. 135 Do CTN (responsabilidade Por Confusão Patrimonial/ato Com Excesso De Poderes), Art. 204 Do CTN (ônus Da Prova Para Exoneração), Decadência (art. 173, I, Ctn), Prequestionamento, Dissídio Jurisprudencial, Súmula 7 Do STJ Vedação Ao Reexame De Provas

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 6 Authorities cited 16 Party arguments 2
Sign in to unlock

Procedural Posture

Recurso Especial (agravo De Instrumento Em Sede De Execução Fiscal) / Julgado No Stj: Agravo Conhecido Em Parte; Recurso Especial Não Conhecido

  1. 1 Quem deve provar a inexistência de conduta descrita no art. 135 do CTN quando o nome do sócio consta na CDA como co-responsável
  2. 2 Possibilidade de conhecimento pelo STJ quando a decisão recorrido exige reexame de prova (Súmula 7)
  3. 3 Inadmissibilidade do recurso especial por ausência de prequestionamento

Ratio Decidendi

O STJ não conheceu do recurso especial porque a decisão recorrido exigia reexame de fatos e provas (vedado pela Súmula 7), as alegações de violação normativa não foram previamente apreciadas pelo tribunal a quo (ausência de prequestionamento) e a Corte de origem corretamente aplicou o entendimento de que, quando o nome do sócio figura na CDA como co-responsável, cabe a este o ônus de produzir prova inequívoca para exonerar-se nos termos dos arts. 135 e 204 do CTN.

Court Disposition

Conheço do agravo em parte; não conheço do recurso especial.

Orders

  • Conheço do agravo relativamente à matéria que não se enquadra em tema repetitivo
  • Não conheço do recurso especial