AREsp 2637183 - ACORDAO

AREsp 2637183 - ACORDAO

Negou-se provimento ao agravo interno porque a agravante não trouxe argumentos novos capazes de afastar a aplicação da Súmula 7/STJ; reformar a decisão exigiria reexame do acervo fático-probatório, vedado pelo enunciado sumular nº 7/STJ.

Parties
Agravante: AGÊNCIA BRASILEIRA DE CONTEÚDO DIGITAL LTDA; Agravante: OUTRO; Exequente: ASPEN FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITÓRIOS
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
30 October 2024
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Virtual Decisão Colegiada
Outcome
Negado provimento ao agravo interno no agravo em recurso especial.
Legal Topics
Execução, Penhora De Faturamento, Reexame De Fatos E Provas, Súmula 7/stj, Agravo Interno

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Authorities cited 3 Party arguments 1
Sign in to unlock

Parties

AGÊNCIA BRASILEIRA DE CONTEÚDO DIGITAL LTDA

Agravante

OUTRO

Agravante

ASPEN FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITÓRIOS

Exequente

Procedural Posture

Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Virtual Decisão Colegiada

  1. 1 Inadmissibilidade do reexame de fatos e provas em recurso especial
  2. 2 Aplicação da Súmula 7/STJ
  3. 3 Legalidade e excepcionalidade da penhora sobre o faturamento

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao agravo interno porque a agravante não trouxe argumentos novos capazes de afastar a aplicação da Súmula 7/STJ; reformar a decisão exigiria reexame do acervo fático-probatório, vedado pelo enunciado sumular nº 7/STJ.

Court Disposition

Negado provimento ao agravo interno no agravo em recurso especial.

Orders

  • Nego provimento ao agravo interno no agravo em recurso especial.
  • Previno as partes que a interposição de recurso contra esta decisão, se declarado manifestamente inadmissível, protelatório ou improcedente, poderá acarretar sua condenação às penalidades fixadas nos arts. 1.021, § 4º, e 1.026, § 2º, do CPC/15.