REsp 2134759 - DECISAO
Conheceu-se em parte do recurso e negou-se provimento porque, no caso de extinção parcial da execução fiscal após procedência parcial dos embargos, a verba honorária na execução pode ser fixada por critério equitativo (art. 85, § 8º, CPC/2015) e não há obrigatoriedade de aplicar as faixas do § 3º do art. 85 na execução fiscal; não se verificou violação aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015; a cumulação de honorários é possível, observando-se o limite máximo de 20% previsto no Tema 587, e o acórdão recorrido não incorreu em ilegalidade ao arbitrar 2% na execução fiscal
- Parties
- Recorrente: CENTRO MÉDICO FÁTIMA; Recorrente: OUTRO; Recorrido: UNIÃO FEDERAL/FAZENDA NACIONAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 April 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento De Recurso Especial
- Legal Topics
- Execução Fiscal, Honorários Advocatícios De Sucumbência, Cumulação De Honorários, Tema 587 Do STJ, Art. 85 Do Cpc/2015, Arts. 489 E 1.022 Do Cpc/2015
Case Brief
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Parties
CENTRO MÉDICO FÁTIMA
Recorrente
OUTRO
Recorrente
UNIÃO FEDERAL/FAZENDA NACIONAL
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento De Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Possibilidade de cumulação dos honorários de sucumbência na execução fiscal e nos embargos à execução
- 2 Aplicação dos percentuais do art. 85, § 3º, incisos I e II, do CPC/2015 na execução fiscal
- 3 Limite máximo de 20% (Tema 587/STJ) e sua verificação faixa a faixa
Ratio Decidendi
Conheceu-se em parte do recurso e negou-se provimento porque, no caso de extinção parcial da execução fiscal após procedência parcial dos embargos, a verba honorária na execução pode ser fixada por critério equitativo (art. 85, § 8º, CPC/2015) e não há obrigatoriedade de aplicar as faixas do § 3º do art. 85 na execução fiscal; não se verificou violação aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015; a cumulação de honorários é possível, observando-se o limite máximo de 20% previsto no Tema 587, e o acórdão recorrido não incorreu em ilegalidade ao arbitrar 2% na execução fiscal
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