AREsp 1799495 - ACORDAO
O agravo interno foi improvido porque a pretensão recursal buscava o revolvimento de provas sobre a indevida inclusão na CDA e a inexistência de prática de ato descrito no art. 135 do CTN, matéria que exige dilação probatória, sendo vedado o reexame de fatos e provas nesta via recursal em razão da Súmula 7 do STJ; ademais, o Tribunal de origem fundamentou adequadamente a decisão nos termos do art. 489, §1º, do CPC.
- Parties
- Recorrente: Estado do Amazonas; Recorrido: Francisco de Jesus Penha
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 September 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno (originariamente Agravo De Instrumento) / Julgamento
- Outcome
- Agravo interno improvido (negado provimento por unanimidade)
- Legal Topics
- Execução Fiscal, Exceção De Pré Executividade, Ilegitimidade Passiva, Dilação Probatória, Súmula 7/stj
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
Estado do Amazonas
Recorrente
Francisco de Jesus Penha
Recorrido
Procedural Posture
Agravo Interno (originariamente Agravo De Instrumento) / Julgamento
Legal Issues
- 1 Ilegitimidade passiva do excipiente constante na Certidão de Dívida Ativa
- 2 Alegada violação do art. 489, §1º, do CPC
- 3 Necessidade de dilação probatória para apuração de ato previsto no art. 135 do CTN
Ratio Decidendi
O agravo interno foi improvido porque a pretensão recursal buscava o revolvimento de provas sobre a indevida inclusão na CDA e a inexistência de prática de ato descrito no art. 135 do CTN, matéria que exige dilação probatória, sendo vedado o reexame de fatos e provas nesta via recursal em razão da Súmula 7 do STJ; ademais, o Tribunal de origem fundamentou adequadamente a decisão nos termos do art. 489, §1º, do CPC.
Court Disposition
Agravo interno improvido (negado provimento por unanimidade)
Orders
- Negar provimento ao agravo interno.
- Manter o acórdão recorrido que reconheceu a ilegitimidade passiva e acolheu a exceção de pré-executividade, nos termos do voto do Relator.
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