REsp 2025993 - DECISAO

REsp 2025993 - DECISAO

Dou parcial provimento ao recurso especial para reconhecer a penhorabilidade da nua-propriedade, preservando-se o direito de usufruto, e autorizando a penhora sobre o exercício do usufruto ou sobre seus frutos quando eficiente para a satisfação da dívida; determinou-se o retorno dos autos ao Tribunal de origem para que examine a viabilidade da penhora sobre o exercício do usufruto ou sobre seus frutos.

Parties
Executado: Gláucio Marques de Melo
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
01 March 2024
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão
Outcome
parcialmente provido
Legal Topics
Execução Extrajudicial, Penhora, Usufruto, Nua Propriedade, Cláusula De Inalienabilidade, Impenhorabilidade, Incomunicabilidade

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Authorities cited 7 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

Gláucio Marques de Melo

Executado

Procedural Posture

Recurso Especial / Decisão

  1. 1 Possibilidade de penhora da nua-propriedade de imóvel gravado com usufruto vitalício e cláusulas de inalienabilidade/impenhorabilidade/incomunicabilidade
  2. 2 Possibilidade de penhora sobre o exercício do usufruto ou sobre seus frutos
  3. 3 Interpretação do art. 1.911 do Código Civil e alcance da cláusula de inalienabilidade

Ratio Decidendi

Dou parcial provimento ao recurso especial para reconhecer a penhorabilidade da nua-propriedade, preservando-se o direito de usufruto, e autorizando a penhora sobre o exercício do usufruto ou sobre seus frutos quando eficiente para a satisfação da dívida; determinou-se o retorno dos autos ao Tribunal de origem para que examine a viabilidade da penhora sobre o exercício do usufruto ou sobre seus frutos.

Court Disposition

parcialmente provido

Orders

  • Reconhecer a penhorabilidade da nua-propriedade, preservando-se o direito de usufruto
  • Autorizar a penhora sobre o exercício do usufruto ou sobre seus frutos, se eficiente para o recebimento da dívida