AREsp 2799832 - DECISAO

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O Tribunal de origem corretamente rejeitou a exceção de pré-executividade, por entender que as CDAs preenchiam os requisitos legais, que a agravante constava como proprietária na matrícula não havendo registro da escritura ou do compromisso capaz de transferir o domínio, que convenções particulares não vinculam a Fazenda Pública (art. 123 CTN) e que o parcelamento celebrado por terceiros não acarreta, por si só, prescrição ou ilegitimidade; além disso, matérias que demandam dilação probatória não podem ser conhecidas em exceção de pré-executividade. Assim, a Corte de origem foi devidamente fundamentada e o recurso especial não merece conhecimento.

Parties
Exequente: Município de São Paulo; Compromissário Comprador: Amarildo Novaes Luz; Terceiro Adquirente: Edvaldo Assis; Terceiro Adquirente: Oscar Bernardino Leite; Terceira Adquirente: Aparecida Maria Vandoski Leite
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
05 February 2025
Procedural Posture
Recurso Especial / Não Conhecido
Outcome
Conheço do agravo relativamente à matéria que não se enquadra em tema repetitivo, e não conheço do recurso especial.
Legal Topics
Execução Fiscal, Exceção De Pré Executividade, Ilegitimidade De Parte, Prescrição, IPTU, Nulidade De CDA, Parcelamento Tributário, Registro Imobiliário

Case Brief

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Parties

Município de São Paulo

Exequente

Amarildo Novaes Luz

Compromissário Comprador

Edvaldo Assis

Terceiro Adquirente

Oscar Bernardino Leite

Terceiro Adquirente

Aparecida Maria Vandoski Leite

Terceira Adquirente

Procedural Posture

Recurso Especial / Não Conhecido

  1. 1 ilegitimidade de parte para figurar no polo passivo da execução fiscal
  2. 2 nulidade das Certidões de Dívida Ativa por erro na denominação/numeração do imóvel
  3. 3 ocorrência de prescrição dos créditos tributários (art. 174 do CTN)

Ratio Decidendi

O Tribunal de origem corretamente rejeitou a exceção de pré-executividade, por entender que as CDAs preenchiam os requisitos legais, que a agravante constava como proprietária na matrícula não havendo registro da escritura ou do compromisso capaz de transferir o domínio, que convenções particulares não vinculam a Fazenda Pública (art. 123 CTN) e que o parcelamento celebrado por terceiros não acarreta, por si só, prescrição ou ilegitimidade; além disso, matérias que demandam dilação probatória não podem ser conhecidas em exceção de pré-executividade. Assim, a Corte de origem foi devidamente fundamentada e o recurso especial não merece conhecimento.

Court Disposition

Conheço do agravo relativamente à matéria que não se enquadra em tema repetitivo, e não conheço do recurso especial.

Orders

  • Publique-se
  • Intimem-se