AREsp 2497945 - ACORDAO
Negou‑se provimento ao agravo interno porque o recurso exigiria o reexame do contexto fático‑probatório, vedado pela Súmula 7 do STJ, e porque os elementos constantes dos autos demonstram que a embargante não era proprietária na época dos fatos geradores da maioria dos débitos, configurando sua ilegitimidade passiva.
- Parties
- Agravante: MUNICÍPIO DE MOSSORÓ; Recorrido (embargante): Centro Comercial Coelhão Ltda
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 24 November 2025
- Procedural Posture
- Execução Fiscal (iptu) / Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial
- Outcome
- Negar provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- Execução Fiscal, IPTU, Ilegitimidade Passiva, Reexame De Fatos E Provas, Súmula 7 Do STJ
Case Brief
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Parties
MUNICÍPIO DE MOSSORÓ
Agravante
Centro Comercial Coelhão Ltda
Recorrido (embargante)
Procedural Posture
Execução Fiscal (iptu) / Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Incidência da Súmula 7 do STJ vedando o reexame do conjunto fático-probatório
- 2 Ilegitimidade passiva do embargante em execução fiscal de IPTU
- 3 Responsabilidade tributária do adquirente por débitos vinculados ao imóvel em períodos posteriores à transferência
Ratio Decidendi
Negou‑se provimento ao agravo interno porque o recurso exigiria o reexame do contexto fático‑probatório, vedado pela Súmula 7 do STJ, e porque os elementos constantes dos autos demonstram que a embargante não era proprietária na época dos fatos geradores da maioria dos débitos, configurando sua ilegitimidade passiva.
Court Disposition
Negar provimento ao agravo interno
Orders
- Negar provimento ao agravo interno, nos termos do voto do Relator
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