RHC 211811 - ACORDAO
A Quinta Turma negou provimento ao agravo regimental porque, perante a tese vinculante do STF no Tema 1.068, a condenação pelo Tribunal do Júri autoriza a execução provisória da pena nos termos do art. 492, I, "e", do CPP; a prisão decorrente da condenação não se confunde com a prisão cautelar anteriormente revogada pelo STJ, pois essa revogação se referia a circunstâncias anteriores à condenação; e a alegação de ser mãe de filho menor de 12 anos não basta, sem demonstração da imprescindibilidade, para afastar a execução provisória ou impor prisão domiciliar
- Parties
- Agravante / Paciente: RAQUEL NASCIMENTO DE SOUZA MACEDO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 May 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado Na Quinta Turma; Agravo Regimental Desprovido, Mantendo Se Decisão Que Negou Provimento Ao Recurso Em Habeas Corpus
- Legal Topics
- Execução Provisória Da Pena, Tribunal Do Júri, Prisão Domiciliar, Soberania Dos Veredictos, Medidas Cautelares, Tema 1.068 Do STF
Case Brief
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Parties
RAQUEL NASCIMENTO DE SOUZA MACEDO
Agravante / Paciente
Procedural Posture
Agravo Regimental No Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado Na Quinta Turma; Agravo Regimental Desprovido, Mantendo Se Decisão Que Negou Provimento Ao Recurso Em Habeas Corpus
Legal Issues
- 1 Se a execução provisória da pena imposta pelo Tribunal do Júri pode ser afastada por ausência de fundamentação concreta ou por decisão anterior do STJ que havia concedido liberdade provisória
- 2 Se a condição de mãe de filho menor de 12 anos autoriza a substituição da prisão por prisão domiciliar, à luz do art. 318, V, do CPP
Ratio Decidendi
A Quinta Turma negou provimento ao agravo regimental porque, perante a tese vinculante do STF no Tema 1.068, a condenação pelo Tribunal do Júri autoriza a execução provisória da pena nos termos do art. 492, I, "e", do CPP; a prisão decorrente da condenação não se confunde com a prisão cautelar anteriormente revogada pelo STJ, pois essa revogação se referia a circunstâncias anteriores à condenação; e a alegação de ser mãe de filho menor de 12 anos não basta, sem demonstração da imprescindibilidade, para afastar a execução provisória ou impor prisão domiciliar
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