RHC 227417 - DECISAO
Negou-se provimento ao habeas corpus porque, diante da condenação imposta pelo Tribunal do Júri e da aplicação da Lei nº 13.964/2019, a execução provisória da pena está autorizada pelo art. 492, I, "e" do CPP e pela tese vinculante do STF no RE 1.235.340/SC (Tema 1.068), não configurando constrangimento ilegal nem afronta à presunção de inocência, aplicando-se também o princípio tempus regit actum.
- Parties
- Paciente: GILBERTO GERVÁSIO DA SILVA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 January 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Mérito
- Outcome
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Legal Topics
- Execução Provisória Da Pena, Tribunal Do Júri, Presunção De Inocência, Princípio Tempus Regit Actum, Prisão Preventiva
Case Brief
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Parties
GILBERTO GERVÁSIO DA SILVA
Paciente
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Mérito
Legal Issues
- 1 Legalidade da execução provisória da pena após condenação pelo Tribunal do Júri
- 2 Aplicabilidade do art. 492, I, "e" do CPP após Lei nº 13.964/2019
- 3 Compatibilidade entre execução provisória e princípio da presunção de inocência
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao habeas corpus porque, diante da condenação imposta pelo Tribunal do Júri e da aplicação da Lei nº 13.964/2019, a execução provisória da pena está autorizada pelo art. 492, I, "e" do CPP e pela tese vinculante do STF no RE 1.235.340/SC (Tema 1.068), não configurando constrangimento ilegal nem afronta à presunção de inocência, aplicando-se também o princípio tempus regit actum.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
Orders
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
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