AREsp 2678741 - DECISAO
O agravo em recurso especial não foi conhecido porque a agravante não demonstrou especificamente a inaplicabilidade da Súmula 7/STJ que impediu a admissibilidade do recurso especial no Tribunal de origem; alegações genéricas são insuficientes para afastar o óbice de reexame do contexto fático-probatório, devendo o recorrente refutar de forma específica os fundamentos da inadmissão.
- Parties
- Agravante: CAIXA DE PREVIDENCIA DOS FUNCIONARIOS DO BANCO DO BRASIL - PREVI; Exequente: MAURO CHUAIRI DA SILVA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 September 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento (art. 932, Iii, Do Cpc)
- Outcome
- NÃO CONHEÇO do agravo em recurso especial, com fundamento no art. 932, III, do CPC.
- Legal Topics
- Expurgos Inflacionários, Correção Monetária, Juros Remuneratórios, Coisa Julgada Material, Súmula 7/stj, Inadmissão De Recurso Especial
Case Brief
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Parties
CAIXA DE PREVIDENCIA DOS FUNCIONARIOS DO BANCO DO BRASIL - PREVI
Agravante
MAURO CHUAIRI DA SILVA
Exequente
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento (art. 932, Iii, Do Cpc)
Legal Issues
- 1 Aplicação da Súmula 7/STJ como óbice à apreciação do recurso especial
- 2 Alegada ofensa aos arts. 18 da LC 109/2001 e 884 do CC
- 3 Alegada negativa de prestação jurisdicional (arts. 489 e 1.022 do CPC)
Ratio Decidendi
O agravo em recurso especial não foi conhecido porque a agravante não demonstrou especificamente a inaplicabilidade da Súmula 7/STJ que impediu a admissibilidade do recurso especial no Tribunal de origem; alegações genéricas são insuficientes para afastar o óbice de reexame do contexto fático-probatório, devendo o recorrente refutar de forma específica os fundamentos da inadmissão.
Court Disposition
NÃO CONHEÇO do agravo em recurso especial, com fundamento no art. 932, III, do CPC.
Orders
- Deixo de majorar os honorários na forma do art. 85, §11, do CPC.
- Previno as partes que a interposição de recurso contra esta decisão, se declarado manifestamente inadmissível, protelatório ou improcedente, poderá acarretar a condenação ao pagamento das penalidades fixadas nos arts. 1.021, §4º, e 1.026, §2º, do CPC.
Full Case Text
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