AREsp 2941448 - ACORDAO

AREsp 2941448 - ACORDAO

O agravo em recurso especial não foi conhecido porque não impugnou, de forma específica e fundamentada, todos os fundamentos da decisão agravada que denegou admissibilidade ao recurso especial, incorrendo em descumprimento dos requisitos do art. 932, III, do NCPC (art. 544, § 4º, I, do CPC/73) e não superando o óbice da Súmula n. 7 do STJ.

Parties
Agravante: M. F. M. CONSULTORIA EMPRESARIAL S.C. LTDA.
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
29 August 2025
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Decisão De Não Conhecimento
Outcome
Agravo não conhecido
Legal Topics
Extinção De Condomínio, Admissibilidade De Recurso Especial, Súmula 7 Do STJ, Impugnação Específica De Fundamentos, Honorários Advocatícios

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Authorities cited 13 Party arguments 2 Amounts and remedies 2
Sign in to unlock

Parties

M. F. M. CONSULTORIA EMPRESARIAL S.C. LTDA.

Agravante

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Decisão De Não Conhecimento

  1. 1 Ausência de impugnação específica aos fundamentos da decisão denegatória de admissibilidade de recurso especial
  2. 2 Descumprimento dos requisitos do art. 932, III, do NCPC (art. 544, § 4º, I, do CPC/73)
  3. 3 Incidência da Súmula n. 7 do STJ como óbice ao conhecimento do recurso

Ratio Decidendi

O agravo em recurso especial não foi conhecido porque não impugnou, de forma específica e fundamentada, todos os fundamentos da decisão agravada que denegou admissibilidade ao recurso especial, incorrendo em descumprimento dos requisitos do art. 932, III, do NCPC (art. 544, § 4º, I, do CPC/73) e não superando o óbice da Súmula n. 7 do STJ.

Court Disposition

Agravo não conhecido

Orders

  • Não conhecer do agravo em recurso especial interposto por M. F. M. CONSULTORIA EMPRESARIAL S.C. LTDA.
  • Majorar os honorários advocatícios anteriormente fixados em desfavor da MFM em 5% sobre o valor da condenação, limitados a 20%, nos termos do art. 85, §§ 2º e 11, do NCPC.