AREsp 2431271 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque, em juízo de cognição sumária, verificou-se que os autores não comprovaram que suas apólices se enquadram no ramo 66 (apólice pública) que poderia comprometer o FCVS; a Caixa Econômica Federal manifestou ausência de interesse quanto aos agravados; assim, em conformidade com o entendimento do STF (Tema 1011) e da jurisprudência do STJ, trata-se de apólice privada (ramo 68) e a competência é da Justiça Estadual, não havendo óbice à aplicação das Súmulas do STJ citadas.
- Parties
- Interveniente/terceiro Interessado: Caixa Econômica Federal; Ré: seguradora ré; Autor/recorrido: Anilson Bento Andrade; Autor/recorrido: Jose Neto dos Santos Costa; Autor/recorrido: Altair Jose de Oliveira; Autora/recorrida: Maria Joana Gobbi Silva; Autora/recorrida: Cassio Cristina Ribeiro
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 April 2024
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos / Inadmissão De Recurso Especial (cpc/2015); Agravo De Instrumento E Embargos De Declaração Interpostos
- Outcome
- Nego provimento ao agravo.
- Legal Topics
- FCVS, Apólice Pública (ramo 66), Apólice Privada (ramo 68), Competência Da Justiça Federal Vs. Justiça Estadual, Tema 1011 Do STF, Súmulas Do STJ
Case Brief
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Parties
Caixa Econômica Federal
Interveniente/terceiro Interessado
seguradora ré
Ré
Anilson Bento Andrade
Autor/recorrido
Jose Neto dos Santos Costa
Autor/recorrido
Altair Jose de Oliveira
Autor/recorrido
Maria Joana Gobbi Silva
Autora/recorrida
Cassio Cristina Ribeiro
Autora/recorrida
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos / Inadmissão De Recurso Especial (cpc/2015); Agravo De Instrumento E Embargos De Declaração Interpostos
Legal Issues
- 1 presença de interesse processual da Caixa Econômica Federal
- 2 qualificação das apólices como ramo 66 (pública) ou ramo 68 (privada)
- 3 definição da competência (Justiça Federal ou Estadual)
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque, em juízo de cognição sumária, verificou-se que os autores não comprovaram que suas apólices se enquadram no ramo 66 (apólice pública) que poderia comprometer o FCVS; a Caixa Econômica Federal manifestou ausência de interesse quanto aos agravados; assim, em conformidade com o entendimento do STF (Tema 1011) e da jurisprudência do STJ, trata-se de apólice privada (ramo 68) e a competência é da Justiça Estadual, não havendo óbice à aplicação das Súmulas do STJ citadas.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo.
Orders
- NEGO PROVIMENTO ao agravo.
- Publique-se e intimem-s e.
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