REsp 2048979 - ACORDAO
O agravo interno foi negado provimento porque a decisão agravada está em conformidade com o entendimento reiterado nesta Corte (Tema 1.020 do STJ) de que servidores efetivados pelo Estado de Minas Gerais na forma da LCE n. 100/2007 têm direito aos depósitos do FGTS, e com a modulação de efeitos definida pelo STF no ARE n. 709.212/DF, que determina, para ações em curso, a aplicação do que ocorrer primeiro: 30 anos contados do termo inicial ou 5 anos a partir do julgamento de 13/11/2014, de sorte que, na hipótese dos autos (ação proposta em outubro de 2014), não há prescrição; bem como em razão do óbice à rediscussão de fatos e provas (Súmula 7) e da observância da Súmula 83 do STJ.
- Parties
- Agravante: ESTADO DE MINAS GERAIS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 June 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado Pela Primeira Turma (decisão Final)
- Outcome
- Negado provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- FGTS, Prescrição, Contratação Irregular, Tema 1.020 Do STJ, Tema 608 Do STF
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
ESTADO DE MINAS GERAIS
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado Pela Primeira Turma (decisão Final)
Legal Issues
- 1 Direito aos depósitos no FGTS de servidores efetivados pelo Estado de Minas Gerais por força da LCE n. 100/2007 declarada inconstitucional na ADI 4.876/DF
- 2 Prazo prescricional aplicável à cobrança de valores não depositados no FGTS (declaração do STF no ARE n. 709.212/DF e modulação de efeitos)
- 3 Incidência da Súmula 83 do STJ
Ratio Decidendi
O agravo interno foi negado provimento porque a decisão agravada está em conformidade com o entendimento reiterado nesta Corte (Tema 1.020 do STJ) de que servidores efetivados pelo Estado de Minas Gerais na forma da LCE n. 100/2007 têm direito aos depósitos do FGTS, e com a modulação de efeitos definida pelo STF no ARE n. 709.212/DF, que determina, para ações em curso, a aplicação do que ocorrer primeiro: 30 anos contados do termo inicial ou 5 anos a partir do julgamento de 13/11/2014, de sorte que, na hipótese dos autos (ação proposta em outubro de 2014), não há prescrição; bem como em razão do óbice à rediscussão de fatos e provas (Súmula 7) e da observância da Súmula 83 do STJ.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo interno
Orders
- Negado provimento ao agravo interno.
- Aplicada a multa prevista no art. 1.021, § 4º, do CPC/2015.
Full Case Text
Judgment text and source record
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