REsp 2156138 - DECISAO
O Tribunal não conheceu do recurso especial, porquanto a análise do ato normativo (portaria) não se enquadra no conceito de 'tratado ou lei federal' apto ao exame no recurso especial, e não foram satisfeitas exigências formais de admissibilidade; além disso, o Tribunal de origem considerou legal a exigência prevista na Portaria Normativa nº 203/2013 de que o programa de residência tenha início no período de carência contratual, o que, no caso, não ocorreu (residência iniciada em 01/03/2023 versus financiamento até junho de 2018), de modo que a pretensão da recorrente não prospera.
- Parties
- Recorrente/impetrante: Marrie Anne Gomes Cavalcanti; Apelada/impetrado: Ministério da Saúde
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 August 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial (impugnação De Acórdão De Mandado De Segurança) / Decisão De Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Não conheço do recurso especial
- Legal Topics
- FIES, Prorrogação De Carência, Residência Médica, Portaria Normativa, Controle De Admissibilidade Do Recurso Especial
Case Brief
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Parties
Marrie Anne Gomes Cavalcanti
Recorrente/impetrante
Ministério da Saúde
Apelada/impetrado
Procedural Posture
Recurso Especial (impugnação De Acórdão De Mandado De Segurança) / Decisão De Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 Direito à prorrogação do período de carência do FIES em razão de participação em programa de residência médica
- 2 Compatibilidade entre o art. 6º-B, §3º, da Lei nº 10.260/2001 e atos normativos que condicionam a extensão da carência a início da residência no período de carência contratual
- 3 Admissibilidade do recurso especial para discutir portaria normativa e limites do poder regulamentar da Administração
Ratio Decidendi
O Tribunal não conheceu do recurso especial, porquanto a análise do ato normativo (portaria) não se enquadra no conceito de 'tratado ou lei federal' apto ao exame no recurso especial, e não foram satisfeitas exigências formais de admissibilidade; além disso, o Tribunal de origem considerou legal a exigência prevista na Portaria Normativa nº 203/2013 de que o programa de residência tenha início no período de carência contratual, o que, no caso, não ocorreu (residência iniciada em 01/03/2023 versus financiamento até junho de 2018), de modo que a pretensão da recorrente não prospera.
Court Disposition
Não conheço do recurso especial
Orders
- Não conheço do recurso especial
- Publique-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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