REsp 2165327 - DECISAO
Conheceu-se parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, negou-se provimento: não se conheceu da alegação de omissão por ausência de especificação da matéria (Súmula 284/STF); confirmou-se a legitimidade passiva do FNDE conforme jurisprudência do STJ; e manteve-se a conclusão das instâncias ordinárias de que a autora fazia jus à extensão do período de carência do FIES durante a Residência Médica, por estarem demonstrados os requisitos legais (residência credenciada e especialidade prioritária), sendo inviável, em recurso especial, a revisão de matéria fático-probatória ou a interpretação de portaria (óbitos das Súmulas 5 e 7/STJ).
- Parties
- Recorrente: FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO; Recorrente: BANCO DO BRASIL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 December 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decidido Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Legal Topics
- FIES, Prorrogação Do Prazo De Carência, Residência Médica, Legitimidade Passiva Ad Causam, Tutela De Urgência, Súmulas 5 E 7/stj, Súmula 284/stf
Case Brief
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Parties
FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO
Recorrente
BANCO DO BRASIL
Recorrente
Procedural Posture
Recurso Especial / Decidido Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 Alegada omissão do acórdão recorrido
- 2 Ilegitimidade passiva ad causam do FNDE
- 3 Possibilidade de prorrogação do período de carência do FIES para estudante em Residência Médica nos termos do art. 6º-B, §3º, da Lei 10.260/2001
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, negou-se provimento: não se conheceu da alegação de omissão por ausência de especificação da matéria (Súmula 284/STF); confirmou-se a legitimidade passiva do FNDE conforme jurisprudência do STJ; e manteve-se a conclusão das instâncias ordinárias de que a autora fazia jus à extensão do período de carência do FIES durante a Residência Médica, por estarem demonstrados os requisitos legais (residência credenciada e especialidade prioritária), sendo inviável, em recurso especial, a revisão de matéria fático-probatória ou a interpretação de portaria (óbitos das Súmulas 5 e 7/STJ).
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