REsp 2180224 - DECISAO
O acórdão recorrido fundamentou-se na prova documental de que a apelada ingressou em residência médica credenciada e em especialidade considerada prioritária pela Portaria Conjunta nº 3/2013, bem como na jurisprudência que reconhece a legitimidade passiva do FNDE (Súmula 83/STJ) e admite a prorrogação da carência mesmo quando o pedido é posterior ao início da amortização; como a insurgência do recorrente exigiria reexame de fatos e apenas envolve interpretação de atos normativos administrativos (ofensa reflexa à lei federal), o recurso especial não foi conhecido, nos termos do art. 932, III, do CPC/2015 combinado com dispositivos do RISTJ.
- Parties
- Recorrente: Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE; Demandada: Caixa Econômica Federal; Apelada: particular
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 December 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Recurso Especial Não Conhecido Pelo STJ
- Outcome
- Não conheço do recurso especial (art. 932, III, do CPC/2015, combinado com arts. 34, XVIII, a, e 255, I, do RISTJ).
- Legal Topics
- FIES, Prorrogação Do Prazo De Carência, Residência Médica, Legitimidade Passiva, Súmulas Do STJ
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE
Recorrente
Caixa Econômica Federal
Demandada
particular
Apelada
Procedural Posture
Recurso Especial / Recurso Especial Não Conhecido Pelo STJ
Legal Issues
- 1 legitimidade passiva do FNDE para figurar no polo passivo de demandas sobre o FIES
- 2 direito à prorrogação do período de carência do FIES durante a Residência Médica em especialidade prioritária (art. 6º-B, §3º, Lei n. 10.260/2001)
- 3 possibilidade de prorrogação mesmo que o requerimento seja formulado após o início da fase de amortização
Ratio Decidendi
O acórdão recorrido fundamentou-se na prova documental de que a apelada ingressou em residência médica credenciada e em especialidade considerada prioritária pela Portaria Conjunta nº 3/2013, bem como na jurisprudência que reconhece a legitimidade passiva do FNDE (Súmula 83/STJ) e admite a prorrogação da carência mesmo quando o pedido é posterior ao início da amortização; como a insurgência do recorrente exigiria reexame de fatos e apenas envolve interpretação de atos normativos administrativos (ofensa reflexa à lei federal), o recurso especial não foi conhecido, nos termos do art. 932, III, do CPC/2015 combinado com dispositivos do RISTJ.
Court Disposition
Não conheço do recurso especial (art. 932, III, do CPC/2015, combinado com arts. 34, XVIII, a, e 255, I, do RISTJ).
Orders
- Recurso especial não conhecido
- Mantida a decisão recorrida que reconheceu o direito à prorrogação do período de carência do FIES durante a Residência Médica e determinou que FNDE e Caixa Econômica Federal se abstenham de cobrar as parcelas relativas ao financiamento no período da residência
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