REsp 2148924 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso especial porque, nos autos, o período de carência do contrato de financiamento estudantil havia se encerrado antes do início da residência médica, e o art. 6º-B, § 3º, da Lei 10.260/2001 exige que a fase de carência esteja em curso ou não tenha sido iniciada no momento do requerimento, de modo que não é possível reabrir ou prorrogar um período de carência já expirado; por consequência, o pedido de extensão da carência foi julgado improcedente, mantendo-se a impossibilidade de suspensão da amortização.
- Parties
- Recorrente: CAMILA DE SOUSA WANDERLEY; Recorrido: FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO (FNDE)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 31 July 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Recurso Especial Interposto E Julgado Pelo Superior Tribunal De Justiça, Decisão Final
- Outcome
- Nego provimento ao recurso especial.
- Legal Topics
- FIES, Financiamento Estudantil, Prazo De Carência, Residência Médica, Legitimidade Passiva, Ônus Da Sucumbência, Honorários Sucumbenciais
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
CAMILA DE SOUSA WANDERLEY
Recorrente
FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO (FNDE)
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Recurso Especial Interposto E Julgado Pelo Superior Tribunal De Justiça, Decisão Final
Legal Issues
- 1 Possibilidade de prorrogação do prazo de carência do FIES após ingresso na fase de amortização
- 2 Aplicação do art. 6º-B, § 3º, da Lei nº 10.260/2001
- 3 Legitimidade passiva do FNDE para figurar no polo passivo
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso especial porque, nos autos, o período de carência do contrato de financiamento estudantil havia se encerrado antes do início da residência médica, e o art. 6º-B, § 3º, da Lei 10.260/2001 exige que a fase de carência esteja em curso ou não tenha sido iniciada no momento do requerimento, de modo que não é possível reabrir ou prorrogar um período de carência já expirado; por consequência, o pedido de extensão da carência foi julgado improcedente, mantendo-se a impossibilidade de suspensão da amortização.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso especial.
Orders
- Nego provimento ao recurso especial.
- Majoro em 10% (dez por cento), em desfavor da parte recorrente, o valor de honorários sucumbenciais já arbitrado, nos termos do art. 85, § 11, do CPC, observados os limites percentuais previstos nos §§ 2º e 3º desse dispositivo.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment