AREsp 3066142 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e non obstante não se conheceu do recurso especial porque o Tribunal de origem enfrentou as matérias relevantes (afastando omissão alegada nos arts. 489 e 1.022 do CPC), a atribuição de responsabilidade pelo pagamento das diferenças do FIES decorreu de interpretação contratual e valoração probatória, cuja reavaliação é vedada em recurso especial pelas Súmulas 5 e 7 do STJ, e a alegada divergência jurisprudencial não é apta a justificar recurso especial quando o paradigma é do mesmo tribunal (Súmula 13/STJ). Por essas razões não se conheceu do recurso especial.
- Parties
- Agravante: ANHANGUERA EDUCACIONAL PARTICIPAÇÕES S/A
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 December 2025
- Procedural Posture
- Agravo (art. 1.042 Do Cpc) Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Decisão Do Stj: Conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial (juízo De Retratação/admissibilidade)
- Legal Topics
- FIES, Justiça Gratuita, Preclusão, Dano Moral, Reexame De Provas (súmulas 5 E 7/stj), Dissídio Jurisprudencial (súmula 13/stj), Honorários Advocatícios
Case Brief
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Parties
ANHANGUERA EDUCACIONAL PARTICIPAÇÕES S/A
Agravante
Procedural Posture
Agravo (art. 1.042 Do Cpc) Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Decisão Do Stj: Conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial (juízo De Retratação/admissibilidade)
Legal Issues
- 1 admissibilidade de impugnação à justiça gratuita em contrarrazões e preclusão
- 2 licitude ou abusividade da cobrança da diferença entre teto do FIES e a mensalidade
- 3 configuração de dano moral
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e non obstante não se conheceu do recurso especial porque o Tribunal de origem enfrentou as matérias relevantes (afastando omissão alegada nos arts. 489 e 1.022 do CPC), a atribuição de responsabilidade pelo pagamento das diferenças do FIES decorreu de interpretação contratual e valoração probatória, cuja reavaliação é vedada em recurso especial pelas Súmulas 5 e 7 do STJ, e a alegada divergência jurisprudencial não é apta a justificar recurso especial quando o paradigma é do mesmo tribunal (Súmula 13/STJ). Por essas razões não se conheceu do recurso especial.
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