REsp 2113790 - DECISAO

REsp 2113790 - DECISAO

Conheceu-se parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, negou-se provimento, por entender que a legitimidade do Banco do Brasil S.A. como agente financeiro para figurar no polo passivo está em conformidade com a jurisprudência do STJ; quanto à pretensa violação de normas infralegais (Portaria Normativa MEC n.7/2013), tratou‑se de alegação de afronta reflexa à lei federal, não sendo o recurso especial via adequada para seu exame, razão pela qual a matéria não foi acolhida no recurso especial. Determinou‑se, ainda, majorar eventual honorários sucumbenciais em 10% quando já fixados nas instâncias ordinárias, observados os limites legais.

Parties
Recorrente: Banco do Brasil S.A.; Apelante: União; Apelante: Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação; Recorrido: recorrido
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
26 February 2024
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgado Pelo Superior Tribunal De Justiça
Outcome
Conheço parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, nego-lhe provimento.
Legal Topics
FIES, Prorrogação De Carência, Residência Médica, Legitimidade Passiva, Portaria Normativa, Remessa Necessária, Honorários Advocatícios

Case Brief

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Parties

Banco do Brasil S.A.

Recorrente

União

Apelante

Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação

Apelante

recorrido

Recorrido

Procedural Posture

Recurso Especial / Julgado Pelo Superior Tribunal De Justiça

  1. 1 legitimidade do Banco do Brasil S.A. para figurar no polo passivo como agente financeiro
  2. 2 direito à prorrogação do período de carência do FIES por ingresso em residência médica nos termos do art. 6º-B, §3º, da Lei 10.260/2001
  3. 3 impossibilidade de exame de alegada violação de norma infralegal (Portaria Normativa MEC 7/2013) em recurso especial por se tratar de afronta reflexa à lei federal

Ratio Decidendi

Conheceu-se parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, negou-se provimento, por entender que a legitimidade do Banco do Brasil S.A. como agente financeiro para figurar no polo passivo está em conformidade com a jurisprudência do STJ; quanto à pretensa violação de normas infralegais (Portaria Normativa MEC n.7/2013), tratou‑se de alegação de afronta reflexa à lei federal, não sendo o recurso especial via adequada para seu exame, razão pela qual a matéria não foi acolhida no recurso especial. Determinou‑se, ainda, majorar eventual honorários sucumbenciais em 10% quando já fixados nas instâncias ordinárias, observados os limites legais.

Court Disposition

Conheço parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, nego-lhe provimento.

Orders

  • Majorar, em 10%, os honorários sucumbenciais eventualmente fixados pelas instâncias ordinárias, observado o artigo 85 do CPC/2015 e a eventual gratuidade de justiça
  • Publicar-se e intimar-se