REsp 2193456 - DECISAO
O recurso especial não foi conhecido porque parte das alegações envolvem questões constitucionais fora da competência do STJ ou demandariam reexame de matéria fática e probatória (incidência da Súmula 7/STJ), além de haver questões recursais com fundamentação insuficiente sujeitas à incidência da Súmula 284/STF; ademais, o Tribunal de origem concluiu que as Portarias do MEC estavam no limite da autorização legal e que, no estágio pré-contratual, FNDE e IES eram ilegitimados por não serem agentes operadores do contrato pretendido, cabendo à CAIXA a função de agente operador do FIES para contratos a serem firmados em 2024.
- Parties
- Recorrente: SERAFINA DO ROSARIO IRINEU DE FRANCA; Recorrido: UNIÃO; Recorrido: FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE; Recorrido: IPÊ EDUCACIONAL LTDA. (UNIPÊ); Recorrido: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 February 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Não Conhecido (decisão De Admissibilidade)
- Outcome
- Não conheço do recurso especial
- Legal Topics
- FIES, Legitimidade Passiva, Portarias Do MEC, Nota De Corte ENEM, Constitucionalidade, Súmula 7 STJ, Súmula 284 STF, Honorários Sucumbenciais
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
SERAFINA DO ROSARIO IRINEU DE FRANCA
Recorrente
UNIÃO
Recorrido
FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE
Recorrido
IPÊ EDUCACIONAL LTDA. (UNIPÊ)
Recorrido
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Não Conhecido (decisão De Admissibilidade)
Legal Issues
- 1 Ilegitimidade passiva do FNDE e da IES (IPÊ/UNIPÊ) no estágio pré-contratual
- 2 Competência da CAIXA como agente operador do FIES após Lei 13.530/2017 e Portaria MEC nº 209/2018
- 3 Conformidade das Portarias MEC nº 535/2020 e nº 38/2021 com o art.3º da Lei nº 10.260/2001
Ratio Decidendi
O recurso especial não foi conhecido porque parte das alegações envolvem questões constitucionais fora da competência do STJ ou demandariam reexame de matéria fática e probatória (incidência da Súmula 7/STJ), além de haver questões recursais com fundamentação insuficiente sujeitas à incidência da Súmula 284/STF; ademais, o Tribunal de origem concluiu que as Portarias do MEC estavam no limite da autorização legal e que, no estágio pré-contratual, FNDE e IES eram ilegitimados por não serem agentes operadores do contrato pretendido, cabendo à CAIXA a função de agente operador do FIES para contratos a serem firmados em 2024.
Court Disposition
Não conheço do recurso especial
Orders
- Não conhecer do recurso especial
- Caso exista fixação prévia de honorários sucumbenciais na origem, majorar em 10% o valor já arbitrado, nos termos do art. 85, §11, do CPC/2015 (observados limites legais)
Full Case Text
Judgment text and source record
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