REsp 2136649 - DECISAO
Não conheço do recurso especial por ausência de prequestionamento sobre questões fundamentais e porque parte das alegações demandaria interpretação de Portaria (ato administrativo), cuja eventual ofensa à lei federal seria apenas reflexa; no mérito regional houve conclusão de que a prorrogação da carência não é cabível após o início da fase de amortização e que a Portaria MEC n.7/2013 não extrapola a lei.
- Parties
- Recorrente: Paula Natalia Lopes Correia; Recorrido: Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE; Recorrido: Banco do Brasil S.A.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 June 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça Não Conhecido
- Outcome
- não conheço do recurso especial
- Legal Topics
- FIES (financiamento Estudantil), Prorrogação De Carência, Residência Médica, Legitimidade/passivo, Interpretação De Atos Normativos, Prequestionamento, Honorários Advocatícios, Assistência Judiciária Gratuita
Case Brief
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Parties
Paula Natalia Lopes Correia
Recorrente
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE
Recorrido
Banco do Brasil S.A.
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça Não Conhecido
Legal Issues
- 1 se é possível prorrogar o período de carência do FIES após o início da fase de amortização
- 2 validade da exigência da Portaria Normativa MEC n.7/2013 quanto ao prazo para solicitação da prorrogação
- 3 contagem do período de carência considerando semestres letivos
Ratio Decidendi
Não conheço do recurso especial por ausência de prequestionamento sobre questões fundamentais e porque parte das alegações demandaria interpretação de Portaria (ato administrativo), cuja eventual ofensa à lei federal seria apenas reflexa; no mérito regional houve conclusão de que a prorrogação da carência não é cabível após o início da fase de amortização e que a Portaria MEC n.7/2013 não extrapola a lei.
Court Disposition
não conheço do recurso especial
Orders
- Condena-se a recorrente ao pagamento de honorários advocatícios equivalentes a 20% do valor já fixado em grau recursal (art. 85, §11, CPC), observando-se o disposto no art. 98, §3º, do CPC.
- Publique-se.
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