REsp 2082326 - DECISAO
Conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se provimento porque o acórdão recorrido apresentou fundamentação suficiente quanto às questões relevantes (não houveram omissões que configurassem violação dos arts. 489 e 1.022 do CPC) e a alegação de ilegitimidade passiva do FNDE, baseada no art. 6º-B, § 3º, da Lei 10.260/2001, não tem comando normativo apto a infirmar os fundamentos do acórdão recorrido, tornando incognoscível essa parte do recurso por deficiência de fundamentação (Súmula 284/STF); ademais, restou demonstrado que a parte recorrida preencheu os requisitos legais para a prorrogação do prazo de carência durante a residência médica, e a legitimidade do FNDE e do Banco...
- Parties
- Recorrente: FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE; Apelante: Banco do Brasil; Recorrido: Particular (parte recorrida, estudante)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 March 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento Do Recurso Especial (decisão De Mérito)
- Outcome
- Conheço em parte e, nessa extensão, nego provimento ao recurso especial.
- Legal Topics
- Financiamento Estudantil (fies), Prorrogação Do Prazo De Carência, Legitimidade Passiva Do FNDE, Residência Médica, Honorários Advocatícios, Recursos Repetitivos/afetação
Case Brief
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Parties
FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE
Recorrente
Banco do Brasil
Apelante
Particular (parte recorrida, estudante)
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento Do Recurso Especial (decisão De Mérito)
Legal Issues
- 1 alegada violação aos arts. 489 e 1.022, II, do CPC (omissão/defeito de fundamentação)
- 2 ilegitimidade passiva do FNDE para demandas sobre prorrogação do prazo de carência do FIES (art. 6º-B, § 3º, Lei 10.260/2001)
- 3 preenchimento dos requisitos legais para extensão do prazo de carência durante residência médica
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se provimento porque o acórdão recorrido apresentou fundamentação suficiente quanto às questões relevantes (não houveram omissões que configurassem violação dos arts. 489 e 1.022 do CPC) e a alegação de ilegitimidade passiva do FNDE, baseada no art. 6º-B, § 3º, da Lei 10.260/2001, não tem comando normativo apto a infirmar os fundamentos do acórdão recorrido, tornando incognoscível essa parte do recurso por deficiência de fundamentação (Súmula 284/STF); ademais, restou demonstrado que a parte recorrida preencheu os requisitos legais para a prorrogação do prazo de carência durante a residência médica, e a legitimidade do FNDE e do Banco...
Court Disposition
Conheço em parte e, nessa extensão, nego provimento ao recurso especial.
Orders
- Comunique-se a presente decisão à Comissão Gestora de Precedentes e Ações Coletivas.
- Publique-se.
Full Case Text
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