REsp 2158697 - ACORDAO

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Negou-se provimento ao agravo regimental porque, conforme a jurisprudência desta Corte Superior, a ausência de laudo de avaliação do bem subtraído impede a presunção de insignificância; assim, a mera restituição do bem e a primariedade do agente não são suficientes para concluir pela atipicidade da conduta ou aplicação do furto privilegiado, devendo ser mantida a decisão que afastou o princípio da insignificância na ausência de prova pericial.

Parties
Agravante: Ronaldo Zini; Agravado: Ministério Público de Minas Gerais
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
15 April 2025
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Recurso Especial (penal) / Sessão Virtual (julgamento Colegiado)
Legal Topics
Furto Qualificado, Princípio Da Insignificância, Avaliação De Bens Subtraídos, Restituição De Bem Furtado, Recursos Especiais, Agravo Regimental

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Parties

Ronaldo Zini

Agravante

Ministério Público de Minas Gerais

Agravado

Procedural Posture

Agravo Regimental Em Recurso Especial (penal) / Sessão Virtual (julgamento Colegiado)

  1. 1 Aplicabilidade do princípio da insignificância diante da ausência de laudo de avaliação do bem subtraído
  2. 2 Necessidade de prova pericial para aferir o pequeno valor da res furtiva
  3. 3 Efeito da restituição imediata do bem e da primariedade do agente na concessão da insignificância

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao agravo regimental porque, conforme a jurisprudência desta Corte Superior, a ausência de laudo de avaliação do bem subtraído impede a presunção de insignificância; assim, a mera restituição do bem e a primariedade do agente não são suficientes para concluir pela atipicidade da conduta ou aplicação do furto privilegiado, devendo ser mantida a decisão que afastou o princípio da insignificância na ausência de prova pericial.