AREsp 1794479 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e deu-se parcial provimento ao recurso especial porque, embora a aplicação do princípio da insignificância tenha sido rejeitada diante da qualificadora por concurso de agentes e do valor da coisa, verificou-se que estavam presentes os requisitos objetivos para o reconhecimento do furto privilegiado previsto no §2º do art.155 do Código Penal (primariedade, pequeno valor da coisa e qualificadora de ordem objetiva), motivo pelo qual se determinou o retorno dos autos ao Tribunal de Justiça de São Paulo para análise e fixação da fração de redução da pena.
- Parties
- Agravante: Mariane Alves Quilis; Órgão De Origem: Tribunal de Justiça de São Paulo; Interveniente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 May 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Conhecimento E Provimento Parcial
- Legal Topics
- Furto Qualificado, Princípio Da Insignificância, Furto Privilegiado (art. 155, §2º, Cp), Súmula 568/stj, Súmula 511/stj, Admissibilidade De Recurso Especial
Case Brief
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Parties
Mariane Alves Quilis
Agravante
Tribunal de Justiça de São Paulo
Órgão De Origem
Ministério Público Federal
Interveniente
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Conhecimento E Provimento Parcial
Legal Issues
- 1 Aplicação do princípio da insignificância em caso de furto qualificado por concurso de agentes
- 2 Reconhecimento do furto privilegiado previsto no art. 155, §2º, do Código Penal
- 3 Incidência das súmulas vinculantes e de jurisprudência do STJ na análise do recurso especial
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e deu-se parcial provimento ao recurso especial porque, embora a aplicação do princípio da insignificância tenha sido rejeitada diante da qualificadora por concurso de agentes e do valor da coisa, verificou-se que estavam presentes os requisitos objetivos para o reconhecimento do furto privilegiado previsto no §2º do art.155 do Código Penal (primariedade, pequeno valor da coisa e qualificadora de ordem objetiva), motivo pelo qual se determinou o retorno dos autos ao Tribunal de Justiça de São Paulo para análise e fixação da fração de redução da pena.
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