REsp 2164006 - DECISAO

REsp 2164006 - DECISAO

O recurso especial foi provido para determinar o retorno dos autos ao Tribunal estadual para que este reexamine o agravo de instrumento à luz da jurisprudência do STJ, mormente considerando que, na hipótese de microempresa/MEI/empresário individual, prevalece a presunção de hipossuficiência da pessoa natural e o Tribunal de origem deve reapreciar o pedido de gratuidade perante esse entendimento.

Parties
Recorrente: Diego José da Silva Confecções - Microempresa
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
05 November 2024
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão
Outcome
Recurso Especial provido
Legal Topics
Gratuidade Da Justiça, Pessoa Jurídica, Microempreendedor Individual MEI, Empresário Individual, Súmula 481/stj, Súmula 83/stj, Súmula 7/stj

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Parties

Diego José da Silva Confecções - Microempresa

Recorrente

Procedural Posture

Recurso Especial / Decisão

  1. 1 Concessão de gratuidade da justiça à pessoa jurídica: necessidade de comprovação da hipossuficiência financeira
  2. 2 Presunção de hipossuficiência para microempreendedor individual (MEI) e empresário individual por serem pessoas naturais
  3. 3 Aplicação das súmulas e da jurisprudência do STJ na análise do pedido de justiça gratuita

Ratio Decidendi

O recurso especial foi provido para determinar o retorno dos autos ao Tribunal estadual para que este reexamine o agravo de instrumento à luz da jurisprudência do STJ, mormente considerando que, na hipótese de microempresa/MEI/empresário individual, prevalece a presunção de hipossuficiência da pessoa natural e o Tribunal de origem deve reapreciar o pedido de gratuidade perante esse entendimento.

Court Disposition

Recurso Especial provido

Orders

  • Determinar o retorno dos autos ao Tribunal estadual para novo exame do agravo de instrumento à luz da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça.
  • Comunicar às partes que a interposição de recursos manifestamente inadmissíveis ou protelatórios poderá acarretar as multas previstas nos arts. 1.021, §4º, e 1.026, §2º, do CPC/2015.